Sex21092018

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Feitos para Voar

águiaAs aves foram magnificamente projetadas para voar. A maioria de seus ossos são ocos ou esponjosos, o que os torna muito leves. O seu corpo é aerodinâmico, oferecendo pouca resistência ao ar. Além disso, elas são dotadas de músculos fortes, capazes de produzir movimentos vigorosos.

As penas são uma verdadeira maravilha da engenharia. Formadas por uma substância protéica denominada queratina, são compostas por um tubo, o cálamo, que está preso à epiderme; um eixo, a ráquis, que vai se estreitando até sua ponta; e o escapo, que é a mais axial. A ráquis leva o estandarte, que é formado de cada lado pelas barbas e pelas bárbulas, que são as verdadeiras unidades anatômicas das penas. Algumas penas, as rêmiges das asas e as retrizes da cauda têm por função o vôo – tudo interconectado por um eficientíssimo sistema de nervos e sensores na pele.

O vôo é uma função altamente especializada que requer muitos detalhes. Seria de se esperar que a evolução gradual do vôo e mesmo das penas (que supostamente evoluíram das escamas dos répteis) deixasse alguma evidência no registro fóssil. No entanto, aves, insetos e morcegos aparecem na coluna geológica com a capacidade de voar plenamente desenvolvida.

Além dos músculos associados ao vôo, as aves têm a visão e a audição muito desenvolvidas. Os olhos são de grande importância. Devido à posição deles e à capacidade de virar a cabeça mais de um semicírculo para cada lado, as aves têm um campo visual mais extenso que o dos mamíferos.

Os olhos são enormes, por vezes maiores do que o cérebro. Têm grande capacidade de acomodação ocular, podendo focar rapidamente objetos. Podem servir como telescópio e como lentes de aumento, e foram concebidos para captar o máximo de luminosidade. O olho da coruja, por exemplo, capta uma quantidade de luz 100 vezes superior à captada pelo olho humano.

E o que é ainda mais impressionante: sabe-se que as aves usam ritmos muito parecidos com os usados na música feita pelo homem. Segundo pesquisadores da área, Mozart escreveu uma melodia inspirada no canto do estorninho.

Agora pense um pouco. Suponha que uma ave desenvolvesse certo tipo de asa, mas os músculos do peito não tivessem força suficiente. Seria capaz de voar? E se não conseguisse enviar energia para os músculos rapidamente? Voaria? E se suas penas tivessem sido feitas como escamas de peixe ou de réptil, por exemplo? E se elas não tivessem a forma intrincada que têm, permitindo mudanças constantes? E se essas mudanças não se refletissem no ouvido interno e não fossem enviadas ao cérebro para a coordenação ser perfeita? E se uma peça do equipamento estivesse ausente ou ainda em formação, ele voaria?

As aves sempre fascinaram o ser humano. E a própria Bíblia utiliza-se da águia como figura de linguagem: “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Ouça a “voz das aves” declarando que Deus é o Criador.

 

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Michelson Borges é jornalista, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi professor de História em Florianópolis e editor do jornal da Rádio Novo Tempo daquela capital, onde também apresentava um programa de divulgação científica. É editor de livros na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros A História da VidaPor Que CreioNos Bastidores da Mídia (publicado em espanhol, com o título Detrás de los Medios), Esperança Para Você, da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes, e do livro A Descoberta (em coautoria). Mestre em Teologia pelo Unasp, é membro da Sociedade Criacionista Brasileira, tem participado de seminários criacionistas em vários lugares e mantém o blog www.criacionismo.com.br.

 

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"Treme da minha palavra...", Isaías 66:1-2

Como isto te parece? O Altíssimo, busca atentamente algo nos homens, algo cujo valor transcende as iguarias dos príncipes desta terra.