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O Último Lugar

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O Grande EU SOU

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Conversando com Deus

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Onde Estão os Rios de Água Viva?

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Final dos Tempos

Examinando as Escrituras

Significado de Palavras Bíblicas

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Comumente encontramos palavras na bíblia cujo significado nos é desconhecido, por pouco ou nenhum uso no nosso dia-a-dia. As palavras bíblicas e seus significados aqui ...

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Fundamentos da Fé

Ressurreição de Cristo

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“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” - João 11:25

“E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da re...

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Artigos

Este é o Homem para quem Olharei

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Como um grande admirador do explendor e da imensidão celeste, quando criança eu me deleitava em ficar observando as estrelas.

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Reflexões

frases-celebres
Cruz de Cristo aw-tozer-pensata "Para tornar Cristo mais aceitável, surge uma pregação que redireciona o homem sem a necessidade de morte e sem cruz".
Autor: A.W. Tozer
Redes Sociais john-piper-pensata "Uma das maiores utilidades do twitter e facebook, será provar no último dia, que a falta de oração não era falta de tempo".
Autor: John Piper

Biografias

ci-scofield2Cyrus Ingerson Scofield é sem dúvida, mais conhecido hoje pela a Bíblia de Referência Scofield, mas ele foi um grande instrumento na promoção da doutrina pré-milenarista dispensacional através das linhas denominacionais. Suas explicações das Escrituras em seu estudo da Bíblia são claras e sistemáticas, apresenta os seus pontos de vista com clareza.

Scofield era o sétimo filho de um fazendeiro e foi criado por sua madrasta. Quando adolescente, ele lutou na Guerra Civil. Ele tornou-se um advogado e foi politicamente ativo no estado do Kansas, mas renunciou sob acusações de corrupção. Mais tarde, separou-se de sua esposa e seus filhos, já não lei exercia mais a advocacia, e foi descrito como um ladrão e um bêbado. Foi então que, em 1879, Scofield aceitou a Cristo como seu Salvador, e tornou-se ativo no ministério.

Scofield era originalmente um membro da Igreja Congregacional em St Louis Pilgrim e trabalhou com DL Moody. Ele logo foi licenciado para pregar e começou a Igreja Congregacional Hyde Park lá. Em 1882, Scofield liderou uma igreja missão em Dallas, onde o atendimento passou de 14 para mais de 400. Foi ali que Scofield foi ordenado.

Ele organizou em 1886 Cruzada de Moody, tomou posse no American Mission Society of Texas e Louisiana, e começou a aparecer regularmente como orador em conferências bíblicas. Em 1888, Scofield publicou seu marco "Que maneja bem a palavra da verdade", onde ele explica pré-tribulação, pré-milenismo e dispensacionalismo.

Em 1895, Scofield deixou Dallas para se juntar a Moody no Massachusetts, onde presidiu a Escola de Formação da Bíblia em Northfield, que Moody havia fundado. Foi então que Scofield se determinou a criar a Bíblia de Referência Scofield. Scofield voltou para Dallas, mas ele passou muito tempo longe enquanto trabalhava na Bíblia. A primeira edição foi publicada em 1909, com uma revisão seguinte, em 1917. Algumas das mais recentes obras de Scofield incluem a criação da Escola de Nova Iorque da Bíblia, a Escola da Bíblia Filadélfia, ea Igreja Douglaston comunitário.

 

Daniel Stanfield

 

 

O nome C. I. Scofield e o seu consagrado método dispensacional de estudo bíblico são reconhecidos mundialmente. As suas notas e comentários expõem o caráter progressivo do tratamento de Deus com a humanidade por meio das alianças firmadas com o homem. Traz a exposição da sã doutrina aliada a recursos essenciais à boa compreensão das Escrituras.

A Bíblia de Estudo Scofield usa a versão de João Ferreira de Almeida Corrigida Fiel (ACF) e apresenta:

● Introdução explicativa no início de cada livro da Bíblia.
● Esboço do texto de cada livro da Bíblia colocado na introdução e repetido adequadamente ao longo do próprio texto.
● Mais de 1.700 notas de rodapé tratando de aspectos do texto como doutrina, história, geografia, linguística, usos e costumes, arqueologia e cronologia.
● Cerca de 26.000 referências na coluna central do Antigo Testamento e nas colunas laterais do Novo Testamento.
● Tabela de pesos e medidas.
● Sistema de referências temáticas em cadeia.
● Índice das referências temáticas em cadeia, das notas de rodapé e dos principais temas tratados nas notas de rodapé.
● Concordância bíblica abreviada para a ACF.

Os recursos disponíveis na Bíblia de Estudo Scofield constituem ferramentas eficazes na absorção do conhecimento da mensagem bíblica.

 

bompastorstore.com.br

 

Acesse: A Beleza de Jesus Cristo

 

 

david-martin-lloyd-jones2Um homem apaixonado pela palavra de Deus, David Martyn Lloyd-Jones Nasceu em Cardiff, Gales do Sul. Martyn Lloyd-Jones gastou a maior parte da sua infância na rural Cardingshire, em Llangeitho, tendo vivido por algum tempo em pequenas aldeias no Centro de Gales.. Em 1914 sua família se mudou para Londres e ele concluiu sua educação escolar na Escola de Gramática de St. Marylebone. Ingressou no Hospital de Bart com a idade de somente 16 anos. Ele foi bem sucedido em seus exames, mas, por ser tão jovem, teve que esperar para conseguir seu Mestrado (MD). Nessa ocasião, já estava no Harley Street como principal assistente clínico de Sir Thomas Horder, um dos melhores e mais famosos doutores da sua época. Ele vislumbrava um futuro brilhante e lucrativo como um destacado médico. Então, algo aconteceu.

Lentamente, depois de uma profunda luta, sua mente e seu coração foram tomados pelo evangelho cristão. Ele compreendeu que muitos dos seus pacientes precisavam algo mais do que medicina comum e ele se entregou ao ministério cristão.

Depois de lutar com a chamada para pregar durante dois anos, em 1927 ele voltou ao País de Gales, tendo-se casado com Bethan Phillips, aceitando um pedido para ministrar numa igreja em Aberafan (Port Talbot).

David Martyn Lloyd-Jones foi provavelmente o maior pregador Britânico do século vinte. O seu ministério em Westminster Chapel e os seus escritos granjearam-lhe respeito e admiração em todo o mundo. Ele teve uma influência decisiva em muitos indivíduos e no evangelicalismo como um todo.

Então, depois de uma década a ministrar em Aberafan, regressou a Londres, a Westminster Chapel, onde pastoreou com o Dr. Campbell Morgan. No dia antes de ele ser aceite oficialmente na sua nova responsabilidade, rebentou a guerra na Europa. Durante o mesmo ano (1939) ele tornou-se presidente da Comunhão de Estudantes Inter-Varsity (conhecida hoje como a Comunhão Cristãs nas Universidades e Escolas no Reino Unido). Durante a guerra ele e a família moveram-se para Haslemere, Surrey. Em 1943 o Dr. Morgan aposentou-se, deixando Jones como único Pastor de Westminster Chapel.

David Martyn Lloyd-Jones era famoso pelo seu estilo expositivo na pregação, e nos cultos de Domingo de manhã e à noite, em que ele pregava, eram atraídas centenas de pessoas, como também nos estudos Bíblicos às sexta-feiras que eram sermões no mesmo estilo. Ele levava muitos meses – mesmo anos – a expor um capítulo da Bíblia, versículo por versículo. Os seus sermões muitas vezes duravam entre cinquenta minutos, uma hora, atraindo muitos estudantes das universidades e escolas em Londres. Os seus sermões também eram transcritos e impressos praticamente literalmente, sendo lidos com avidez pelos que gostavam das suas pregações.

David Martyn Lloyd-Jones continuou o seu ministério em Westminster Chapel até 1968, quando teve que ser submetido a uma enorme operação, fazendo-o reformar-se.

Foi pouco depois dele se reformar que eu encontrei o homem conhecido como “O Doutor” por todos os que o conheciam. Ele estava a viver em Ealing, Oeste de Londres. Eu fui convidado par ir a casa dele pelo seu neto, Christopher Catherwood, que mais tarde continuou a editar em livros muitos dos sermões de David Martyn Lloyd-Jones.

Pouco depois de me ter encontrado com “O Doutor”, que era um homem baixo com uma presença ponderosa, Christopher confidenciou-me que o avô tinha o terno hábito de ser partilhado pelos seus netos.

David Martyn Lloyd-Jones pregou pela última vez no dia 8 de Junho de 1980 na Barcombe Baptist Chapel. Depois de uma vida inteira de trabalho, ele morreu em paz quando dormia na sua casa em Ealing no dia 1 de Março de 1981. Um culto bem assistido de ação de graças foi realizado em Westminster Chapel no dia 6 de Abril.

Ele gostava muito de ver Wrestling (Luta) na TV. Parece-me que o seu gosto pela luta derivava do facto de ele sempre lutar com passagens difíceis na Bíblia. E, contrariamente ao que se passa nos lutadores do Wrestling, a luta dele era real, e a sua congregação apreciava sempre as suas conclusões.

 

Acesse de David Martyn Lloyd-Jones:

Um Chamado à Firmeza

A Maior Virtude de Todas

Doutrina dos Apóstolos: Fundamento da Igreja

Como está sua vida de oração?

 

 

 

john-hyde2João Hyde gastou sua vida agonizando em oração, suplicando que Deus salvasse os perdidos. Mas, em resultado da sua oração, cem mil pecadores foram levados a Cristo. Ele costumava passar quatro, seis, oito e até dez horas em oração, diariamente, e de forma tão insistente que morreu com 47 anos, devido ao peso da responsabilidade que assumiu de orar sem cessar. Contudo, nos avivamentos que resultaram dessa vida de oração, cem mil pecadores foram acolhidos no Reino de Deus. Hyde, cognominado “o homem que ora” pelos companheiros de trabalho na Índia, iniciou esse ministério de intercessão ao preparar a grande convenção de missionários e pastores que seria realizada em Sialkot, Índia, no ano de 1904. A vida dos crentes de Punjab tinha descido até muito abaixo do padrão bíblico. Havia poucas conversões entre os milhões sem Cristo. João Hyde, juntamente com um amigo, decidiu que a convenção desse ano não seria como as demais; permaneceriam diante do Senhor até que caíssem torrenciais chuvas de bênçãos.

Trinta dias antes de começar a convenção, esses dois heróis dedicaram-se à oração. Oraram dia e noite. Sete dias depois, outro amigo se lhes juntou e os três continuaram em oração durante vinte e um dias mais. Quando, finalmente, a convenção começou, milhares entraram no Reino de Deus em resposta à oração.

Durante os seis anos seguintes João Hyde foi levado, cada vez mais insistentemente, a viver uma vida de vigília e oração pelos seus semelhantes. Às vezes não podia ocultar o enorme peso da responsabilidade que sentia pelas almas perdidas. Em tais ocasiões, porém, apesar de comer e dormir muito pouco se mostrava alegre por onde quer que andasse. Era muito estimado pelas crianças, que sempre se mostravam felizes quando ele se hospedava em seus lares.

Em dada altura começou pedindo a Deus, definitivamente, que, em cada dia, uma pessoa, se tornasse crente ao ouvir o seu testemunho. Tinha certeza de que Deus ouviria a sua oração e atentaria para o seu jejum. E, apesar das dores e dos conflitos, nunca se sentiu desapontado. Contudo, não estava satisfeito ainda. Parecia-lhe que a voz do Senhor dizia constantemente: "Tenho outras ovelhas..."

No ano seguinte, João Hyde pediu duas almas por dia. E viu uma colheita de oitocentas almas, durante o ano.

Novamente se firmou em Deus e ganhou a certeza de que receberia quatro almas diariamente. Quando um dia findava sem que tivesse conseguido levar quatro almas a Cristo, sentia o peso da responsabilidade tão fortemente que não podia comer nem dormir. Então, rogava ao Senhor que lhe mostrasse o obstáculo, em si próprio, que o impedia de receber essa benção. Invariavelmente era-lhe revelado que se tratava da falta de louvor na sua vida. Confessava então seu pecado e buscava o espírito de louvor. Enquanto louvava a Deus, as pessoas aproximavam-se, os pecadores eram salvos e completava-se o número esperado.Finalmente, devido à sua vida de oração intensa começou a sentir-se abatido. Apesar de sofrer febres altas e de sentir dor crescente nos pulmões, continuou as vigílias noturnas. Quando, por fim, foi a um médico, este exclamou: “Nunca se me deparou um caso tão grave. O seu coração está fora da posição normal. Mudou-se do lado esquerdo para o direito. Pode melhorar, mas somente depois de muitos meses de completo repouso”.

De regresso aos Estados Unidos, onde morreu, passou por Shewsbury, Inglaterra, na ocasião em que se realizava a campanha evangelística de Champmann e Alexander. Eis o que o reverendo Champmann escreveu pouco tempo depois: "Cremos na oração como nunca. Os auditórios nos nossos cultos eram muito pequenos. Parecia impossível colher fruto. Fui informado, porém, que certo missionário, conhecido como o "Homem que ora” ia orar até que recebêssemos a bênção de Deus sobre a obra. Logo tudo se transformou. O salão ficou superlotado e quando fiz o apelo 50 homens aceitaram a Cristo". Desde então o Espírito esteve presente, com muito poder, que todas as barreiras foram vencidas, todos os embaraços desapareceram, levando os perdidos a clamarem pedindo misericórdia a Deus”.

Poucos meses depois João Hyde morreu. Gastou sua vida agonizando em oração, suplicando que Deus salvasse os perdidos. Mas, em resultado da sua oração, cem mil pecadores foram levados a Cristo. É glorioso morrer assim!

charles-thomas-studd2Charles Thomas Studd, foi filho de um fazendeiro de origem indiana, Edward Studd, que se havia aposentado na Índia e mudado para uma casa rural no município de Tidworth, em Wiltshire, Inglaterra. Charles Studd era considerado um dos maiores desportistas do final do século 19, foi um dos melhores jogadores de críquete de sua época. Herdou da família a importância de 29 mil libras esterlinas, uma verdadeira fortuna naquela época, mas se recusara a tirar proveito dela, temendo que o dinheiro pudesse atrapalhar seus nobres ideais. Determinado a investir na obra de Deus, enviou cinco mil libras esterlinas para o missionário James Hudson Taylor, que se foi o primeiro a levar a Palavra ao interior da China; outras cinco mil libras ao fundador do Exército da Salvação, William Booth,; cinco mil para Dwight L. Moody.

Studd doou ainda outras importâncias, sobrando-lhe apenas 3.400 libras, as quais ele, no dia do seu casamento, deu à esposa. Esta também doou o presente e comentou, na época: Jesus pediu ao jovem rico que desse tudo aos pobres. E Studd completou: Agora nos achamos na situação de poder dizer que não possuímos nem prata nem ouro, referindo-se ao texto de Atos 3.6. Loucura? Não. Charles Thomas Studd tinha a certeza de que o Senhor era o dono de todas as coisas. Essa demonstração de entrega total foi apenas o começo.

Eis um trecho de uma de suas cartas à sua esposa:

"Os fundos para esta obra serão procurados apenas em Deus. Ninguém pedirá donativos ou contribuições. Nenhuma colecta para a obra etecetra será levantada em qualquer reunião ou reconhecida por esta irmandade. Se buscarmos primeiro o reino de Deus e a Sua justiça, temos a promessa de Cristo de que Deus suprirá todas as nossas necessidades. Se degenerarmos em buscarmos algo mais, cedo deixaremos de existir, o melhor de nós, para o mundo e a causa de Cristo.

"O evangelista etecetra deve ser um homem de Deus e não um filho do homem. Não é um servo assalariado da Comissão Etecetra. É um servo de Jesus Cristo com Quem tem já estabelecido os termos do acordo. Não conhece nenhum outro Senhor. Não tem qualquer dúvida de que Deus suprirá as suas necessidades; leva sempre com ele o seu livro de cheques, e não tem qualquer receio dos cheques serem desonrados. Se a morte o surpreender no campo de batalha, sabe que isso será um sinal favorável do favor de Cristo, que assim o tem honrado e promovido mais cedo do que ele teria qualquer direito de esperar. Ao esperar de Deus o suprimento das suas necessidades, também espera d'Ele a sua direcção e deve obedecer-Lhe."

Studd foi missionário na China, Índia e África. Dum grande amigo que morreu a morte do herói em Dungu, com um ataque de malária ele disse: "Mesmo no seu leito de morte ele não se esqueceu de nós, tendo ditado uma carta que para mim vale mais do que o seu peso em ouro". 

-- "Passámos por muitos lugares apertados, mas encontrámos sempre Deus ali".

Seu pensamento era: "Se Jesus é Deus e Ele morreu por mim, então nenhum sacrifício pode ser muito grande para nós". Como resultado de seus esforços, foi fundada, um pouco antes de sua morte, a Cruzada de Evangelização Mundial, que hoje conta com mais de mil missionários em todo o mundo. A mensagem deixada por Studd foi simples: enquanto a maioria investe em bens materiais, outros investem no Reino de Deus.

Já bem fraco e desgastado com as longas viagens pois tinha constantes ataques de malária. Por vezes ia para o púlpito cheio de febre, e pregando a temperatura descia ao normal.

"A chamada de Cristo é para alimentar os famintos e não os cheios; para salvar os perdidos e não os teimosos; não é para chamar os escarnecedores, mas os pecadores ao arrependimento; não é para construir e proporcionar capelas, igrejas e catedrais na pátria onde os Cristãos professos adormecem com mensagens eruditas, orações estereotipadas e realizações musicais artísticas, mas erguer igrejas vivas de almas entre os destituídos, capturar homens das garras do diabo e arrebatá-las das maxilas do inferno, alistá-las e treiná-las para o Senhor Jesus, e fazer delas um Exército de Deus Todo-poderoso. Mas isto só pode ser conseguido por uma igreja ardente, sem convencionalismos, desalgemada pelo Espírito Santo, onde nem a Igreja nem o Estado, nem o homem nem as tradições sejam adorados ou pregados, mas somente Cristo e Este crucificado."

"Uma reputação perdida é o, melhor doutoramento no serviço de Cristo".

Alguns querem viver ao som Do sino da Igreja ou da Capela, Eu quero trabalhar num posto de salvamento A um metro do inferno”.

 

 

dwight-l-moody2Dwight Lyman Moody foi um evangelista e editor americano que fundou a Igreja Moody, a Escola Northfield, a Escola Mount Hermon em Massachusetts (agora chamada Escola Northfield Mount Hermon), o Instituto Bíblico Moody e a Moody Press.

O pai de Dwight Moody era alcoólatra e morreu aos 41 anos. Dwight tinha somente quatro anos e era o mais jovem de sua família nesse momento.

Moody mudou-se para Boston em busca de trabalho. Trabalhou com seu tio em uma sapataria. Uma das exigências de seu tio era que Moody freqüentasse uma igreja; entrou para a Igreja Congregacional. Ele freqüentou, mas não estabeleceu um relacionamento pessoal com Deus até mais adiante. Certo dia, um professor falou-lhe sobre quanto Deus o amava. Moody converteu-se então ao cristianismo. Sua conversão iniciou sua carreira como evangelista.

O trabalho conduziu sua escola dominical em Chicago a ser a maior da época. Moody trabalhou tão arduamente que no decorrer de um ano a incidência média em sua escola era de 650 pessoas, enquanto sessenta voluntários de varias igrejas trabalhavam como professores. A escola chegou a ser tão conhecida que o recém eleito presidente Lincoln visitou e falou em uma reunião da escola em 25 de novembro de 1860.

Sua vida mais adiante

Depois do começo da Guerra Civil, se uniu à Comissão Cristã Americana (YMCA – A ACM do Brasil). Em Chicago, Moody trabalhou para começar uma escola dominical para crianças nas zonas mais pobres da cidade. Logo teve mais de 1000 crianças além de seus pais freqüentando semanalmente. Em 1862, o presidente americano Abraham Lincoln visitou a escola. A congregação cada vez maior necessitava de um lugar permanente, assim Moody começou uma igreja em Chicago, a Illinois Street Church. Quando a igreja se queimou no Grande Incêndio de Chicago, foi reconstruída após três meses em uma localidade próxima, sob o nome de Chicago Avenue Church.

Em uma viagem à Inglaterra, Moody se fez mais conhecido como evangelista, a ponto de haver sido chamado de maior evangelista do século XIX. Sua pregação teve um impacto tão grande como as de George Whitefield e John Wesley dentro da Grã-Bretanha, Escócia e Irlanda. Foi contemporâneo do pregador Charles Haddon Spurgeon, chegando a pregar, nessa ocasião de sua viagem, no Tabernáculo Metropolitano de Londres, em 1873. Em varias ocasiões encheu estádios com capacidade entre 2 mil e 4 mil pessoas. Em uma reunião no Botanic Gardens Palace se juntaram entre 15.000 e 30.000 seguidores. Este séqüito continuou em 1874 e 1875, com as multidões em todas as reuniões. Quando voltou aos Estados Unidos, as multidões de 12.000 a 20.000 eram tão comuns como na Inglaterra. Suas reuniões evangélicas se celebraram de Boston a Nova York, passando por Nova Inglaterra e outros povos da costa oeste, como Vancouver e San Diego.

Entre 1884 e 1891, Moody mostrou-se ativo em campanhas evangelísticas nos EUA e no Canadá. Estabeleceu o Instituto Bíblico de Chicago que mais tarde mudou de nome para Instituto Bíblico Moody que tem servido de grande força aos evangélicos e tem preparado pregadores, missionários e líderes que têm trabalhado em todos os continentes do mundo. Sua pregação era caracterizada por aqueles que o ouviam, como direta, sincera, franca, sem enfeites, não-gramatical, sempre simples mas enormemente sincera e convincente. Moody era homem simples e honesto no tocante ao dinheiro, como em tudo o mais. Não aceitava lucros e todos os proventos das vendas do hinário de sua autoria e de Ira D. Sankey eram administrados por uma junta de encarregados, e eram destinados ao sustento das escolas de Northfield. Aproximando sua morte, ele era relativamente pobre. Ele declarou: "minha esposa e meus filhos simplesmente terão que confiar no mesmo Deus em que tenho confiado".

Deu seu último sermão em 16 de novembro de 1899. R.A. Torrey foi o sucessor de Moody como presidente do Moody Bible Institute. Dez anos depois de sua morte, a Chicago Avenue Church foi renomeada como Igreja Moody em sua homenagem.

 

Experimente o fogo e o fervor de uma geração que conheceu o poder de horas tranquilas com Deus: Pensamentos para Horas Tranqüilas

 

 

 

 

walter-robert-mcalister2Walter Robert McAlister foi um ministro protestante canadense radicado no Brasil, nasceu em Ontario, Canadá. Vindos de uma família originalmente evangélica e com tradição no reavivamento pentecostal, ele e seus irmãos, Elizabeth e Jack, foram criados na igreja e nunca saíram dela, mesmo assim, Robert não queria saber de Deus. Era considerado a "ovelha negra" da família, apesar de seus pais nunca terem deixado de orar por ele. Seu pai, Walter E. McAlister, era pastor da Igreja da Pedra (pela característica arquitetônica) em Toronto, Ontario, e superintendente geral das Assembléias Pentecostais do Canadá. Era um homem extremamente humilde. Sua maior característica era nunca falar mal de ninguém. Sua mãe, Ruth, sempre foi dona de casa.

Quando Robert se converteu, aos 17 anos, no dia 18 de setembro de 1948, era inspetor de seguros de carro, ou seja, calculava quanto cada carro iria pagar de seguro. Só largou este trabalho para estudar, durante três anos, em uma escola bíblica, a Eastern Pentecostal Bible College, em Peterborough, Ontario, que fica a duas horas ao norte de Toronto, de ônibus.

Já missionário, o primeiro lugar em que pregou foi nas Filipinas. A primeira ministração foi em Formosa, em 1953. Ficou dois anos no país. Na volta, ele passou por Hong Kong e fundou as duas primeiras Igrejas de Nova Vida. Elas existem até hoje com os mesmos pastores, mas não são vinculadas ao ministério no Brasil.

Em 1955, foi para os EUA fazer uma cruzada e conheceu uma moça de Charlotte, em Carolina do Norte. Eles se conheceram em um sábado de manhã. Estavam tomando café na casa da mãe dela, onde ele estava hospedado. Eles conversaram e, dois dias depois, na segunda-feira, ele a pediu em casamento. Ela perguntou porque ele tinha demorado tanto para se decidir. E os dois casaram pouquíssimo tempo depois, no dia 10 de junho de 1955.

Robert seria missionário em Calcutá, na Índia, no entanto, às vésperas da viagem descobriu que, como canadense, podia ir e sua esposa por ser americana, não. Por isso sua entrada foi proibida. O sonho de ser missionário na Índia havia acabado. Com isso, deu os 5 mil dólares que tinha guardado para fazer a viagem ao seu melhor amigo, Mark Buntain, que foi missionário na Índia durante anos. Entre uma turnê e outra, foi convidado para pregar em uma igreja durante um ano em South Bend, Indiana, depois voltou para Charlotte, para o nascimento do filho Walter. Em 1956, foi ser missionário em Paris, na França, ao retornar para Charlotte, continuou com as missões e pregou algumas vezes na igreja de seus pais. Mas foi quando o pastor Lester Summeral convidou-o para fazer uma campanha evangelística no Brasil, que Deus falou ao seu coração que a sua missão era evangelizar o nosso país.

Como tudo começou

"O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito" (João 3.8)

Acostumado a realizar cruzadas pelo mundo inteiro, o Bispo Roberto foi convidado por Lester Summeral para participar de uma campanha evangelística no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, em 1958. Ele só havia estado no Brasil uma única vez, em sua lua-de-mel. Quando a campanha terminasse, ele continuaria a correr o mundo pregando a Palavra de Deus. Foi neste dia que Roberto ouviu uma voz: "Este é o lugar para o qual Eu o chamei para pregar a Minha Palavra". Era a voz de Deus e sua rota não foi mudada por um simples vento, como a do navegador, e sim por Aquele que é mais poderoso do que qualquer furacão: o vento do Espírito Santo. Ao final da campanha, teve que voltar correndo para o Canadá, pois sua filha tinha acabado de nascer. Decidido a cumprir o chamado de Deus, poucos meses depois, em 1959, Robert McAlister veio morar no país acompanhado da esposa, Glória, e de seus filhos, Walter, com dois anos e meio, e Heather Ann, de apenas seis meses.

Primeiro foi para São Paulo, mas todas as portas se fecharam. Era a mão de Deus, pois ele estava sendo chamado para o Rio de Janeiro, por isso, foram morar em Santa Teresa e foi assim que tudo começou.

A Igreja que começou no rádio

A Igreja de Nova Vida nasceu de um programa de rádio, a “VOZ DA NOVA VIDA”, que foi transmitida pela primeira vez no dia 1º de agosto de 1960, às 6h30, através da Rádio Copacabana"É tempo de ouvir uma mensagem de Nova Vida". Foi assim que começou a primeira transmissão do início da Igreja Nova Vida. Através deste programa, o missionário Roberto fundou a pioneira de muitas igrejas evangélicas renovadas no Brasil: a Cruzada de Nova Vida.

O Bispo Roberto McAlister teve que fazer um curso intensivo da língua portuguesa (oito horas por dia em um período de três meses), para poder fazer a locução do programa de 15 minutos.

Tudo tinha que ser escrito, até a oração. "Tudo era lido, mas com unção, como se estivesse sendo só falado", diz o Pr. Walmir Cohen, que trabalhou com o bispo nos programas de rádio por vários anos. A gravação dos primeiros programas foi realizada na casa do Bispo Roberto, tendo como estúdio um quarto com cobertores pendurados nas janelas, para abafar os ruídos dos carros.

O grande impacto causado pelas mensagens de salvação do bispo levou-o a fazer dois programas diários, um às 06h30 e outro às 18h30. Em 1963, ele sentiu a necessidade de alcançar todo o Brasil com as Boas Novas.

Com isso, transferiu o programa para a Rádio Mayrink Veiga, às 08h10. A Rádio Guanabara também veiculou o programa até que fosse transferido para a Rádio Relógio, comprada pela igreja em 1967. A partir daí, a Igreja de Nova Vida começou a produzir mais programas, como o Café Espiritual. "A Rádio Relógio foi mais um dos grandes milagres de Deus, depois de muitas lutas, o contrato foi assinado e as duplicatas emitidas. Ela contribuiu muito para o crescimento da Igreja de Nova Vida. A sua venda foi como rasgar uma página da nossa história", lamenta o Bispo Tito Oscar.

Frases que lhe caracterizavam começaram a ser repetidas pelo povo, como "Que Deus o abençoe rica e abundantemente" e "É chegada a hora da oração".

A audiência foi crescendo e no primeiro ano de programa recebera doze mil cartas. Enfatizando a cura das enfermidades nas transmissões, com isso o Pastor Roberto sentiu necessidade de passar aos ouvintes a base bíblica de suas declarações. Naquele momento surgia o seu primeiro livro, "Perguntas e Respostas sobre a Cura Divina", que era dado a quem escrevia para o programa. O livro esgotou-se no primeiro mês.

Da Rádio para o Templo

Milhares de pessoas falavam sobre as pregações e suas vidas transformadas pela Palavra de Deus nos programas de rádio. Muitas pessoas procuravam a rádio para buscar orientação espiritual, até que alugou um escritório no Edifício Central, na Avenida Rio Branco centro do Rio. Mas o fluxo de pessoas era tão grande que não dava mais para ficar só na rádio e em escritórios. Um desejo começou a invadir o coração do missionário canadense: reunir todos os ouvintes num lugar para falar de Jesus.

O poder de Deus no programa de rádio era tamanho que houve a necessidade de terem um local para reuniões. Foi às 14h30 no 9o andar do edifício da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), na rua Araújo Porto Alegre 71, Rio de Janeiro, no dia 13 de maio de 1961, dia das mães, que se iniciou o primeiro culto da Cruzada de Nova Vida em local fixo. O auditório estava lotado e a ordem do culto foi a mesma que conhecemos até hoje: louvor, oferta e mensagem, além das orações e testemunhos. O convite para seguir a Jesus Cristo foi aceito por centenas de pessoas, que ficaram de pé, anunciando o desejo de segui-Lo. "Foi um culto muito alegre. Era impossível não sentir a presença do Espírito Santo", conta D. Elza Queiroz, esposa do Bispo Jorcelino.

Centenas de pessoas reconheceram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Domingo após domingo Deus manifestava o Seu poder. Os novos convertidos eram aconselhados a congregarem em uma igreja próxima de suas casas, porém o número de membros foi crescendo tanto que houve a necessidade de se criar mais um culto. Além disso, o crescimento espiritual "pedia" mais busca do Espírito Santo.

"Ah, que saudade! Aquele domingo pela manhã, quando sentimos necessidade de mais uma reunião, pois o povo começou a cantar no espírito pela primeira vez", suspirou o Bispo Roberto na revista A Voz. A partir daí, nas quartas-feiras, criou-se mais um dia de louvor e milagres de Deus.

Gabinete Pastoral

Uma grande inovação foi trazida pela Nova Vida para o meio evangélico. Os escritórios onde os estúdios de gravação funcionavam, na Av. Graça Aranha, 174 - salas 920 e 921, começaram a ser utilizados também como gabinete pastoral. Os ouvintes recebiam orações e conselhos, além de ganharem livros do bispo.

A procura pelo gabinete foi tão grande que mais três salas foram alugadas, em agosto de 1962, todas ficavam no 10º andar do Edifício Avenida Central, na Av. Rio Branco. As salas só foram fechadas quando houve a transferência para o Templo de Nova Vida de Botafogo em abril de 1971. "Muitas pessoas que nunca entrariam em uma igreja evangélica foram recebidas. Centenas de horas foram utilizadas para ouvir e aconselhar. Muitas orações foram feitas e atendidas naquele lugar. "Ainda hoje, todas as nossas igrejas mantém um tempo durante a semana para este tipo de ministério", diz o Bispo Tito Oscar. E na Nova Vida, como em outras igrejas evangélicas, há membros fiéis à Palavra de Deus que nasceram espiritualmente no gabinete pastoral da Cruzada de Nova Vida.

A abertura de Igrejas

O fato de ser um auditório trazia algumas dificuldades, mas todas eram resolvidas. Quando tinha batismo, um tanque de madeira era montado na plataforma, que servia de púlpito. "Era trabalhoso. Enchia de água e depois tinha que esvaziar e desmontar", diz D. Elza. E o instrumento para o louvor? Como o auditório era alugado para outros eventos, o Bispo Roberto tinha que empurrar todo dia de culto o órgão do escritório na Av. Graça Aranha até a ABI, na Rua Araújo Porto Alegre. Uns duzentos metros mais ou menos.

A abertura de Igrejas foi uma conseqüência natural e espontânea deste mover do Espírito Santo. A ABI foi um passo importante no progresso da igreja.

Em 7 de março de 1965 foi inaugurada a primeira Igreja de Nova Vida, em Bonsucesso, Rio de Janeiro. A Cruzada se transformara primeiramente em Igreja Pentecostal de Nova Vida e posteriormente, pela direção que Deus dera ao Bp. Roberto McAlister, em Igreja de Nova Vida, nome mantido até os dias atuais. Deus confirmava a visão que havia dado ao então missionário Roberto. O ministério da Nova Vida crescia, enquanto ele seguia em direção ao alvo que o Espírito Santo lhe deu: "O Brasil para Cristo em nossa geração". A sede em Botafogo seria inaugurada no ano de 1971.

Avançando na mídia

Em 1978, a Igreja de Nova Vida iniciou o programa de televisão "Coisas da Vida", sendo uma das pioneiras na utilização da televisão como meio de evangelização. Através deste programa milhares de vidas por todo o país se entregaram a Jesus Cristo. Logo depois foi criada a Escola Ministerial, onde vários pastores foram preparados e ordenados, pois a Igreja de Nova Vida crescia rapidamente. Além desses trabalhos, a Igreja de Nova Vida sempre atuou com firmeza na produção de livros e revistas.

Em 1964, antes mesmo das primeiras igrejas nascerem, a Palavra de Nova Vida já estava circulando. Com dezesseis páginas e uma edição um tanto irregular, ela circulou até 1966, chegando a ter uma tiragem de vinte mil exemplares. Mais tarde, surgia uma nova publicação, A Voz da Nova Vida. Esta revista marcou um período importante na história da igreja. Pastores e líderes foram atingidos do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Paralelamente, o pastor McAlister acompanhava o crescimento do trabalho com uma produção muito abençoada de livros. As Dimensões da Fé Cristã, Os Alicerces da Fé, As Alianças da Fé, A Experiência Pentecostal, Medo, Crentes Endemoninhados: a Nova Heresia, foram livros básicos na formação doutrinária do trabalho.

O descanso

Bispo Roberto McAlister tinha um histórico cardíaco e já havia feito três operações de ponte de safena. Na última, o coração aderiu ao peito. Quando foram fazer o transplante, uma hemorragia começou e ele não resistiu. O Senhor o levou para perto Dele em 13 de novembro de 1993. O pastor foi embora, mas os seus ensinamentos ficaram marcados em suas ovelhas. A base de seu ministério era "Jesus salva, cura, liberta e batiza com o Espírito Santo". A maior mensagem que ele passava é que "com fé, tudo é possível" e "nada é impossível ao que crê". O que mais marcava o ministério do bispo eram as curas. Para ninguém esquecer, em todo lugar em que pregava, o bispo fixava no púlpito um cartaz, que dizia: "Ele perdoa todas as tuas iniqüidades e sara todas as tuas enfermidades" (Salmo 103:3).

 

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Prateleira

Este é o homem a quem olharei...

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"Treme da minha palavra...", Isaías 66:1-2

Como isto te parece? O Altíssimo, busca atentamente algo nos homens, algo cujo valor transcende as iguarias dos príncipes desta terra.