Ter21092021

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O Caranguejo-Ferradura

caranguejo-ferraduraO Caranguejo-Ferradura (Limulus Polyphemus), é um artrópode quelicerado, assemelha-se aos crustáceos, mas faz parte do subfilo chelicerata. Apesar de possuir o mesmo número de pernas e pinças que um caranguejo (dez pernas e uma pinça), eles estão mais estreitamente relacionados aos aracnídeos, como aranhas e escorpiões e trilobitas extintos.

Dois espécimes fósseis quase completos descobertos no Canadá revelam um novo gênero de caranguejo-ferradura, empurrando as suas origens de volta pelo menos 100 milhões anos antes do que se pensava.

O Caranguejo-Ferradura é um dos representantes do mais antigos do grupo animal que ainda vive. E é considerado um animal “genuinamente” pré-histórico, da era paleozoica, pois existe há pelo menos 445 milhões de anos, antes mesmo do surgimento dos dinossauros. Eles apareceram muito antes do alvorecer da civilização humana, antes dos dinossauros, antes das plantas floridas ... estavam presentes onde a vida visível apareceu pela primeira vez.

Ele é considerado um fóssil vivo, ou seja, sua existência foi descoberta depois de já serem conhecidos no registro fóssil do período devoniano e considerados extintos.

Fatos interessantes sobre o caranguejo-ferradura

- Ele tem um sangue literalmente azul (hoje um valioso remédio no combate à infecção)

- Ele pode suportar até um ano sem se alimentar

- Ele resiste a temperaturas e salinidades extremas

- Ele tem dez olhos e pode ver a luz UV

- Ele possui um sistema de coagulação do sangue surpreendente que hoje é usado inclusive em pesquisas espaciais

- Ele tem uma baixa diversidade genética

- Ele teve pouca ou nenhuma alterações anatómica desde os tempos primitivos

- Ele é protegido por uma casca dura exterior. A parte da frente, suave da concha protege os olhos, pernas, tenazes, boca, cérebro e coração. A parte central da concha protege as brânquias e órgãos reprodutivos. A última parte do escudo é a coluna vertebral que o caranguejo usa para virar-se sobre se necessário.

Evolução?

Antes dos dinossauros, (supostamente) a meio bilhão de anos atrás, caranguejos-ferradura se arrastavam ao longo das costas, praticamente da mesma forma que os atuais o fazem. Pelas datas mencionadas, eles sobreviveram a pelo menos três extinções globais que os biólogos evolucionistas e geólogos dizem ter eliminado a maioria das outras espécies. (Estima-se que 96% das espécies marinhas, 70% dos vertebrados terrestres e 57% das famílias de insetos foram extintos neste período).

Quais os segredos do caranguejo-ferradura para a sobrevivência? Ser capaz de comer quase tudo? viver com pouco oxigênio? tolerância ao sal? ter um sangue que protege de bactérias?

Se esses traços são tão “evolutivamente” bem sucedidos em um dos primeiros seres existentes, é uma grande incógnita que todos os outros animais não o tenham imitado. Nem mesmo os magníficos trilobitas tiveram estas características, e foram extintos.

“As espécies sofrem, ao longo das gerações, uma modificação gradual que inclui a formação de novas raças e de novas espécies”, este é um dos pilares do evolucionismo.

Veja o que diz Jean-Baptiste Lamarck, um naturalista francês, que foi o primeiro cientista a propor uma teoria sistemática da evolução:

O princípio evolutivo estaria baseado em duas Leis fundamentais:

Lei do uso ou desuso: o uso de determinadas partes do corpo do organismo faz com que estas se desenvolvam, e o desuso faz com que se atrofiem.

Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: alterações provocadas em determinadas características do organismo, pelo uso e desuso, são transmitidas aos descendentes.”

Supostamente milhões e milhões de anos de mutações e seleção natural e ainda não há nenhuma evidência de mudança evolutiva no caranguejo-ferradura? Como pode ter havido evolução sem mudança alguma? Outra chamada “estagnação evolutiva”? A biologia de caranguejos-ferradura é tal que seria de esperar que evoluíssem rapidamente. O caranguejo-ferradura constitui um excelente exemplo de estase (sem mudança evolutiva). No entanto, para os evolucionistas, há um grande problema com esta conclusão, antes afirmam:

“Eles se adaptaram de uma tal forma ao seu meio ambiente estático e sem mudanças que não precisaram mudar mais, eles se confortaram e não evoluíram pois não tiveram necessidade”.

Com afirmações como esta, sem pé nem cabeça, pode-se explicar qualquer coisa, mas e a hipótese de nunca ter havido evolução? (Pergunta básica a todos os fósseis vivos) ...ao invés de se perguntarem isto, veja o que disse David Rudkin do Royal Ontario Museum, no Canadá:

Não esperávamos necessariamente que os caranguejos-ferradura se parecessem com os modernos, mas é exatamente o que acontece, este plano corporal que eles inventaram permaneceu com eles quase meio bilião de anos. É um bom plano”.

Como é que é? Bom plano? A declaração de Rudkin não faz sentido na cosmovisão evolutiva pois o caranguejo-ferradura não poderia ter tido uma escolha em seu plano corporal. Em vez disso, teriam surgido mutações aleatórias de um predecessor anteriormente completamente desconhecido.

Pois é, afirmam que os caranguejos-ferradura se confortaram e não evoluíram tanto. Conveniente, muito conveniente (sempre, e de novo), mas realmente fica difícil explicar um espécime vivo que já fora considerado extinto a milhões de anos, igualzinho aos seus ancestrais. (Caso de todos os fósseis vivos).

Esta certamente é mais uma enorme pedra no sapato dos darwinistas; porque se a teoria estivesse certa, os chamados “fosseis vivos” simplesmente não poderiam existir na forma atual. Claro a menos que eles tivessem passado por uma estagnação evolutiva... ou algo que o valha.

Paira no ar a seguinte pergunta: Primitivo ou avançado?

Se for considerado primitivo, como ele sobreviveu durante os supostos milhões de anos? A existência do surpreendente caranguejo-ferradura, com seu avançado sistema imunológico deve ser totalmente creditada ao seu criador. Na verdade, sendo mais científico eu diria que todos os sistemas imunológicos são projetados muito bem para o seu propósito!

 

marcos-teixeira

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