Qui18102018

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O Tabernáculo


altar sacrificio

O altar se era o primeiro objeto localizado na entrada do átrio, próximo ao portão, Media cerca de 2,20 m de comprimento, por 2,20 m de largura, e 1,30 m de altura, ele foi projetado para queimar sacrifícios. Os sacrifícios eram oferecidos neste altar, e o sangue dos animais ofertados era derramado pelos pecados do povo.

“Farás também o altar de madeira de acácia; cinco côvados será o comprimento, e cinco côvados a largura (será quadrado o altar), e três côvados a sua altura. E farás as suas pontas nos seus quatro cantos; as suas pontas serão do mesmo, e o cobrirás de cobre. Far-lhe-ás também os seus recipientes, para recolher a sua cinza, e as suas pás, e as suas bacias, e os seus garfos e os seus braseiros; todos os seus utensílios farás de cobre. Far-lhe-ás também um crivo de cobre em forma de rede, e farás a esta rede quatro argolas de metal nos seus quatro cantos. E as porás dentro da borda do altar para baixo, de maneira que a rede chegue até ao meio do altar. Farás também varais para o altar, varais de madeira de acácia, e os cobrirás de cobre. E os varais serão postos nas argolas, de maneira que os varais estejam de ambos os lados do altar, quando for levado. Oco e de tábuas o farás; como se te mostrou no monte, assim o farão.” – Êxodo 27:1-8

 

Os sacerdotes examinavam a oferta porque nada profano ou impuro poderia ser colocado sobre o altar.

 

E trará ao sacerdote um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa, e o sacerdote por ela fará expiação do erro que cometeu sem saber; e ser-lhe-á perdoado.” – Levítico 5:18

 

O cordeiro sem culpa era considerado culpado em substituição ao pecador.

“Então degolará o cordeiro da expiação da culpa, e o sacerdote tomará do sangue da expiação da culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o dedo polegar da sua mão direita, e sobre o dedo polegar do seu pé direito.” – Levítico 14:25

___Tipificação___

 

O altar é um local de morte. Assim como era impossível para os filhos de Israel entrar na presença de Deus sem sacrificar primeiro no altar de bronze, igualmente hoje em dia é impossível se chegar a Deus sem invocar primeiro a graça redentora do sacrifício eterno de Jesus na cruz, assim, o altar de bronze tipifica a obra redentora de Jesus Cristo na cruz do calvário em nosso favor.

“Assim queimarás todo o carneiro sobre o altar; é um holocausto para o Senhor, cheiro suave; uma oferta queimada ao Senhor.” – Êxodo 29:18

Onde todos aqueles que creem no sacrifício de Jesus são justificados e recebem a remissão de seus pecados.

“Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus.” – Hebreus 10:12

 

Jesus, um cordeiro sem defeito

 

Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” - I Pedro 1:19

 

Jesus tomou nosso lugar e levou nossa culpa.

 

“No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” – João 1:29

 

“E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis” – Colossenses 1:20-22

___Reflita___

 

Ao entrar o que vemos primeiro é o Altar de Sacrifícios. Os sacerdotes viam este Altar logo que passavam pelo portão. E deste lugar podiam ver toda a cerca de 60 pilares que Deus mandou Moisés fazer.  Não há detalhe sem sentido na Palavra de Deus. Não há detalhe que não tenha sentido na Palavra de Deus. Cada coisa que Deus dava tinha um sentido por trás. Cada coisa que Deus dizia era vitalmente importante.

Ele disse a Moisés: “Quero que tenha 60 pilares para sustentar a cerca”. Bem, por que sessenta? Na Bíblia:

Seis = é o número do homem.
Dez = é o número da responsabilidade.

Significa que Jesus, o Filho de Deus, se fez homem e cumpriu com nossas responsabilidades. Nas áreas em que nós falhamos Jesus assumiu e cumpriu nossas responsabilidades para com Deus. Deus olhou e disse: “O homem me tem falhado”. Mas Jesus veio e tomou nosso lugar, nosso pecado e nossas fraquezas. É disto que tratam os 60 pilares: Jesus fazendo-se homem e cumprindo com nossas responsabilidades.

Creio que é glorioso. Porém aqui, neste Altar de Sacrifício é onde tudo começa, logo que os sacerdotes entravam. E agora, quero mostrar-lhes nas Escrituras tudo o que é referente ao Altar.

Jesus cumpriu com nossas responsabilidades. Mas agora estamos aqui, junto ao Altar de Sacrifício: a primeira coisa que os sacerdotes viam ao entrar. E lembre-se: a porta era uma sombra de Cristo, O Caminho. Em outras palavras: uma vez que conhecemos o Senhor como Salvador, e passamos por esta porta, nos deparamos com o Altar.

O que os sacerdotes viam primeiro era o Altar. Mas o que acontecia aqui neste Altar era sacrifício de animais, onde o sangue era derramado. Quero dizer: depois que você conhece a Jesus como seu Salvador, Ele é o Caminho, a porta. Depois que o Espírito Santo te revela, é o poder do sangue e você não pode experimentar a presença de Deus, você não pode entrar no lugar santíssimo sem antes experimentar e compreender o poder do sangue:

Efésios 1.7 diz que o sangue nos dá perdão.
I João 1.7 diz que o sangue nos limpa.
Romanos 5.9 diz que o sangue nos justifica.

Assim que:

pelo sangue temos perdão,
pelo sangue somos limpos e
pelo sangue somos justificados.

E aqui há algo glorioso:

perdão sempre tem a ver com o passado.
ser limpo tem a ver com o presente,
mas a justificação está relacionada com o futuro.

Ou seja: o sangue de Cristo, o Filho de Deus, já se ocupou do seu passado, do seu presente e do seu futuro.  Isto é glorioso! Efésios 1.7 declara que o Sangue nos traz perdão. Perdão do quê? Dos nossos pecados e iniquidades do passado. E Mais… I João diz: “Porém, se andarmos na luz como Ele na luz está, então o sangue de Jesus nos limpa, no presente, nos limpa de todo o pecado”. Limpar-nos está relacionado a quedas e erros do presente.

Quer dizer: se você está falando com alguém e você falha ou alguma fraqueza te derruba, tudo o que você tem a dizer é: “Senhor, perdoa-me”, e o sangue instantaneamente te limpa. Você fica limpo neste mesmo instante como se não tivesse feito nada. Mas o sangue também justifica. Romanos 5.9 diz: “…somos justificados da ira que virá”. O sangue tem trazido justificação da ira que virá e vemos o futuro envolvido aqui.

Bem, podemos pensar: “Isto não nos dá permissão para pecar?”, O povo não precisa de permissão para pecar. Mas, se você anda em obediência a Ele, se você vive para Ele, se O ama e O serve, se você é Seu filho, se realmente nasceu de novo, você não vai sair e viver pecando. É impossível agir assim se você nasceu de novo. É impossível planejarmos o pecado. É impossível dizer: “eu vou fazer assim e assim” e planejar e pecar; falhamos porque somos fracos. Não planejamos, apenas acontece. É por isso que o sangue está ali para nos limpar. E o futuro está resolvido porque a graça nos justifica. Como isto é maravilhoso!

O Altar de Sacrifício não só nos revela o sangue e o poder do sangue mas também o lugar da morte. Você não pode experimentar o poder de Deus sem experimentar a morte; a morte da carne, de si mesmo.

A Bíblia nos diz que devemos crucificar a carne. Aqui é onde a morte ocorre.  A primeira coisa que os sacerdotes viam ao entrar no Tabernáculo era o lugar da morte. Nossa primeira experiência após nascermos de novo é encarar a cruz, o lugar da morte.  Jesus disse:

“E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” -  Lucas 9:23

A cruz é símbolo de morte. Como se morre? Deixe-me mostrar-lhes. Vamos aos Salmos 63. Quero que entenda isto. É Glorioso.

“Oh Deus, Tu és o meu Deus; de madrugada Te buscarei; Minh ‘alma tem sede de Ti; a minha carne Te deseja muito numa terra seca e cansada onde não há água; para ver Teu poder e tua glória como Te vi no santuário”. Salmo 63.1.

Davi estava faminto pela presença e pelo poder de Deus, mas ele sabia que algo tinha que acontecer antes. Mas o que deveria acontecer? Ele declarou: ”Minha carne Te deseja”. Tem que haver o desejo da presença de Deus.

“Como o cervo brama pelas correntes de águas assim a minh’alma clama por Ti, Oh Deus!”  - Salmo 42.1

Veja bem: o cervo, quando perseguido por outro animal, busca as águas não tanto para beber, mas para mergulhar nelas, para estar submerso. Por quê? Porque o cervo sabe que é o seu cheiro que está atraindo outros animais. E também sabe que, se ele encontrar água e mergulhar nela, o cheiro se perderá, irá embora. Nenhum animal o alcançará.

Você e eu, quando perseguidos pelo inimigo, devemos fazer o quê? De que necessitamos? Necessitamos das águas do Espírito Santo para mergulharmos na presença do Deus Todo-Poderoso, onde nenhum demônio pode alcançar você nem te tocar. Mas como chegamos lá? Como começa esse processo de morte? Começa com a carne anelando a presença de Deus. Para saltar nessa presença e nessas águas onde nada pode te tocar.

Então, vamos falar de oração porque é assim que começamos a morrer. Eu dizia: “Oh Senhor, mata-me, ajuda-me a morrer!”. Não sabia o que falava. O Espírito Santo começou a me mostrar – como fiquei feliz quando Ele finalmente me mostrou como morrer.  Quando começamos a orar, como começamos? Pode ser ajoelhados, sentados, em pé, Deus não nos disse como devemos ficar. A Ele não interessa a postura do corpo, só a do coração. Quando começamos a orar, como começamos?

Começamos com luta, com repetição, com uma guerra que se dá entre a carne e o Espírito. Quando começo a orar, a glória não vem em seguida, nada acontece no começo. Primeiro, devemos pôr a carne de lado. A carne deve morrer como neste Altar de Sacrifício, onde o sangue foi derramado, e então, chegamos ao lugar da morte.

Ao começarmos a orar, a carne começa a morrer. E ao começar, você o faz com repetição, com fraqueza e por momentos, sua mente se distancia e pensa: “Bem, talvez seja melhor eu pedir uma pizza, ou quem sabe, parar ou ficar dormindo”; outras vezes talvez boceje ao tentar orar.

Veja: a carne luta, porém escute: Quanto mais tempo você ficar ajoelhado, ainda que esteja repetindo, o que você não percebe é que, quanto mais você ficar parado, mais a carne está morrendo. E, quanto mais ela é crucificada, chegará um momento em que haverá um quebrantamento, uma libertação. E só quando isto acontecer, somente então, você saberá que a carne foi crucificada.

Enquanto durar a luta, a carne estará viva, mas a guerra acaba quando a carne se rende, quando a repetição acaba, quando o bocejo cessa, não há mais sono, quando não há o desejar isto ou aquilo, então a carne morreu.

Enquanto a guerra continua, a carne está viva, mas o que você não sabe é que a carne está morrendo, está se submetendo, se submetendo. Quanto mais tempo você ficar submisso mais o Espírito está vivo e mais a carne está morrendo. Como sei que estou morto? É simples: A culpa já não existe.

Muitas vezes, ao começarmos a orar, o que dizemos? Oh Deus, perdoa-me, ajuda-me, faz isso, faz aquilo, não há uma relação: o que você faz é pedir e você se sente tão mal, tão culpado – isto é parte do morrer – mas uma vez acabado isso, quando você não fica repetindo: ”abençoe-me, perdoe-me” e quando a oração verdadeira começa, vinda do coração, quando a verdadeira oração começa, você sabe que morreu, porque a carne não pode orar, ela não sabe como orar.

Nesse Altar Deus trata com os Isaques em nossos corações.  Veja bem, Deus trata com os Isaques em nossos corações. Sabe por quê Deus pediu a Abraão o seu filho Isaque? Porque ele queria o seu coração, o qual Lhe pertencia antes. E Deus disse a Abraão: “Abraão, teu coração era meu, mas agora Isaque, teu filho, tenta entrar no teu coração.”. Acontece que Isaque era muito especial para Abraão. Isaque começava a entrar no lugar que era só de Deus. E Deus disse: “Nem mesmo Isaque pode dividir o coração que é só meu”.

Se alguém deixar algum Isaque entrar em seu coração e começar a dividir lugar com Deus, Ele diz: “Não! Ofereça-o no Altar”. Tudo deve morrer. O que disse Jesus? “Se não deixares tudo e amares somente a mim, não serás digno de mim. Se você não deixar seu pai, sua mãe, filhos, esposa, irmãos, se não me amas acima de tudo, não serás digno de mim”.

O Senhor não nos pedia para odiarmos ninguém. O que Ele queria era que O amássemos mais do que tudo. Ele é o primeiro da nossa vida e do nosso coração.  Comparado com Seu amor, tudo mais deve ser esquecido.  Se não O amarmos acima de tudo, não somos dignos dEle. E se amamos nossos pais, nossos filhos … Ele ordenou que nos amássemos uns aos outros porém, não mais do que O amamos. Ele precisa ser o número um, sempre.

Mas isso só vem depois da morte, já que você morreu para tudo e Ele se tornou o número um. Não há Isaques permitidos, e a carne deve morrer. E neste Altar de Sacrifícios, onde está a morte, você encontrará o sangue, que o limpará e o manterá limpo.

Assim que, logo depois de encontrar Jesus como Salvador na entrada, você enfrenta a cruz, lugar de morte e sangue onde cada parte de você se rende. E assim, Ele vem a ser o número um, e só então, será permitido a você passar deste Altar até a Fonte.

 

Reflexão por Benny Hinn

 

 

 

Prateleira

Este é o homem a quem olharei...

0-este-e-o-homem-a-quem-olharei

"Treme da minha palavra...", Isaías 66:1-2

Como isto te parece? O Altíssimo, busca atentamente algo nos homens, algo cujo valor transcende as iguarias dos príncipes desta terra.