Dom25082019

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A Idade da Terra

idade-da-terraEu fiz a terra, o homem, e os animais que estão sobre a face da terra, com o meu grande poder, e com o meu braço estendido, e a dou a quem é reto aos meus olhos.” – Jeremias 27:5

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.” - Êxodo 20:11

A idade da terra é o principal ponto de apoio do evolucionismo, portanto, é crucial para esta teoria (religião) que não haja espaço algum para uma terra jovem. Mas, e se a terra não for tão velha como fomos acostumados a pensar que seja? 

A constância do decaimento radioativo, após anos e anos de disseminação, virou verdade absoluta. No entanto, a ciência tem provado exatamente ao contrário.

As “evidências” para uma Terra antiga tem se desintegrado à medida que se recolhem mais dados. Os métodos de datação evolucionistas não irão funcionar, simplesmente porque a Terra não tem milhões (bilhões) de anos.

Gostaria de enfatizar, antes de qualquer outra coisa que a doutrina da salvação não tem nada a ver com a idade da Terra, e nem poderia. 

 

 

marcos-teixeira

 

 

 Referências:

r_science_aaaas r_jgr r_nature

r1-1 r_space r_hypescience

r_mente r_esa r_nw

r_icr r_center r_evidencias

  


 

diamantes

Diamantes mais Antigos que a Terra

Se as datações feitas são mesmo confiáveis, então teríamos na terra materiais mais antigos do que a própria Terra. 

Seis biliões de anos, este foi o resultado da datação feita em diamantes no Zaire utilizando-se o método potássio-árgon.

  


 

Lua Distante

 

Lua2A data estimada da lua é de cerca de 4,5 bilhões de anos, supostamente quando um protoplaneta do tamanho de marte colidiu com a terra, denominado Theia. Os detritos resultantes do impacto se fundiram e formaram a lua. 

Afirmam que ao ser fundida, a lua estava a pouco mais de 22 mil quilômetros da terra. Atualmente, essa distância é calculada em 384.405 km, e a cada ano aumenta cerca de 3,8 centímetros. 

De acordo com o “limite de Roche”, 18.500 km é o mais perto que a lua poderia ter chegar perto da terra. Mas ainda que a lua tivesse iniciado o seu afastamento praticamente encostada à terra, ela atingiria a posição atual em cerca de 1,37 mil milhões de anos. Não há nenhuma explicação alternativa sustentável que dê uma idade evolutiva de 4 bilhões de anos, ou mais, para a lua. O que fazer com os outros tantos milhões reivindicados? 

A lua é a principal responsável pelos efeitos das marés na Terra e de acordo com a lei do Quadrado Inverso da física: Lua

-Se a lua tivesse apenas a metade da sua distância em relação a terra, o seu efeito gravitacional sobre nossas marés seria quadruplicado.

- Se a lua tivesse um terço da distância em relação a terra, o seu efeito gravitacional sobre nossas marés seria 9 vezes mais forte.

- E assim por diante... sem condições de vida de acordo com a coluna geológica atual. 

“Todo o assunto da origem da Lua deve ser considerado altamente especulativo”. - Robert C. Humes na introdução do seu livro “Introdução á Ciência Espacial” (John Wiley, 1971) 

“A escala de tempo do sistema Terra-Lua ainda apresenta um grande problema.” - Dr. Louis B. Slichter, Professor de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology

  


 

detritos

Lua, Poeira e Detritos

 

Se a Lua tivesse bilhões de anos, deveria ter acumulado uma espessa camada de poeira e detritos de bombardeamento de meteoritos. Os cientistas da NASA estavam preocupados que os astronautas se afundariam em um mar de poeira, mas em vez disso, poucos restos de meteorito foram encontrados.

De fato, estima-se que centenas de metros e até um quilometro de espessura estariam presente, no entanto, depois de examinar as rochas e poeira trazidas de volta da lua, descobriram que apenas cerca de 1/67th da poeira e detritos veio mesmo a partir de espaço exterior.

  


 

 

Enceladus

Lua de Saturno Congelada

 Enceladus, é uma das luas de Saturno onde que lança jatos de vapor de água e gelo. 

"Não há nenhuma combinação possível de parâmetros que permitam haver um oceano termicamente estável em Enceladus" - James Roberts, da Universidade da Califórnia, Santa Cruz. 

James Roberts e Francis Nimmo, calcularam o aquecimento corrente esperado dentro de Enceladus e em todos os modelos estudados, a lua não poderia sustentar um oceano além de 30 milhões de anos.

 

Se o Sistema Solar tem os supostos 4,6 bilhões de anos, então estes 30 milhões não são nem 1% disto e se Enceladus sempre produziu o calor que atualmente produz, não era pra já estar congelada há bilhões de anos? 

Os cientistas lutam agora por tentar “explicar” como seria Enceladus no passado, de forma a manter a extrema longevidade do Sistema Solar. Mas e a filosofia uniformitarista? Ficou na gaveta? 

Incluir PH4

  


mar salgado

 

Mares Extremamente Salgados

O sal é levado ao mar por rios e lagos que retiram sais e minerais das rochas do seu leito, até desaguarem no mar. O curioso é que ele a quantidade que chega ao mar é maior do que a quantidade que ele perde.

Se o sal está sendo depositado nos mares há “milhões de anos”, nem de perto nem de longe os mares têm a salinidade prevista. Alguns cálculos dos índices de lâminas de água indicam que, o mar já deveria estar saturado completamente de sal e tão morto como o mar Morto.

Os mares nunca poderiam ter mais do que 62 milhões de anos – muito menos do que os milhares de milhões defendidos pelos evolucionistas. Mais uma vez, isto indica uma idade máxima e não a idade atual,

 


escudo terra

 

Terra sem Escudo

O campo magnético que protege a terra da radiação nociva provinda do espaço, tem ficado cada vez mais fraco, e por causa disto, o bombardeio cósmico tem aumentado em nossa atmosfera. Calcula-se que o campo magnético hoje está 10% mais fraco do que quando em 1845, Karl Friedrich Gauss (cientista alemão) começou a medi-lo.

Portanto, há apenas 10.000 anos atrás, o campo magnético da Terra teria sido 128 vezes mais forte, tão forte que a quantidade de calor produzido teria impedido a vida como nós a conhecemos. A meia-vida de deterioração do campo magnético é de 1400 anos (Isto significa que a cada 1400 anos sua força cai pela metade), se o decaimento continuar o campo magnético desaparecerá em 4.000 d.C. ou seja, a terra estaria sem seu escudo de proteção contra raios cósmicos e vento solar.

A força deste campo é agora só aproximadamente um terço tão forte quanto estava no tempo de Cristo. Radiação mais prejudicial está penetrando até a superfície da Terra. Esta é uma degradação irreversível de nosso ambiente, na verdade, no ritmo atual de decadência, a terra não pode mesmo ter um campo magnético 1000 anos a partir de agora.

  


petroleo

 

Pressão do Petróleo

A pressão em reservatórios de petróleo, não poderia ter ficado alta durante milhões de anos, alguns geólogos não compreendem as grandes pressões encontradas em alguns poços de petróleo, e como elas se mantiveram assim ao longo de milhões de anos.

Quando poços de petróleo são perfurados, o óleo é quase sempre encontrado sob grande pressão. Isso representa um problema para aqueles que defendem os "milhões de anos" para a era do petróleo. Como se sabe, as rochas são porosas, e com o passar do tempo o óleo deveria se infiltrar em minúsculos poros através da rocha, e, ao longo do tempo, reduzir a pressão.

No entanto, por alguma razão isso não acontece. Talvez porque estes depósitos de petróleo tenham sido criados recentemente devido ao dilúvio há 4.600 anos. Alguns estudos apontam que depois de 10.000 anos, haveria pouca pressão. 

 


sol menor

 

Sol Menor

As medições de diâmetro do Sol ao longo das últimas centenas de anos indicam que ele está encolhendo a uma taxa de cinco metros por hora. Supondo-se uma taxa constante no passado, podemos concluir que a Terra teria sido tão quente apenas um milhão de anos atrás, que nenhuma vida poderia ter existido.

Voltando alguns anos, em apenas 11,2 milhões anos o sol teria tocado fisicamente a Terra. Além disso, se o sol tem de fato milhares de milhões de anos de idade, então parece um pouco estranho para o seu campo magnético ter dobrado nos últimos 100 anos, mas isto é exatamente o que está acontecendo.

“Não pode extrapolar esta tendência de volta ao passado muito longe sem afetar o ambiente de terra.” - Hinderliter, H. 1989. The Shrinking Sun. Design and Origins in Astronomy. Creation Research Society. pp. 107-112. 

 


 

 

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Mais Árvores Idosas

O carvalho irlandês e um pinheiro em Bristlecone são as criaturas vivas mais antigas da terra. Se assumirmos uma taxa de crescimento de um anel de árvore por ano, então as árvores estas árvores teriam entre 4.500 e 4.767 anos de idade. O fato delas ainda estarem vivas e não sabemos quantos anos viverão antes de morrer.

Certamente algo aconteceu em torno de 4.500 a 4.767 anos atrás, que fez com que os ancestrais imediatos destas árvores morressem.

Note-se também que é possível para as árvores podem produzir mais de um anel de crescimento por ano, o que encurtaria a idade. Além disso, no que diz respeito a anéis de árvores fósseis, não existe casos documentados de árvores fósseis com mais de 1500 anéis.

A Terra foi criada cerca de 1800 anos antes do dilúvio, isto explicaria muita coisa. 

 


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Muita Água nos Vulcões

Bastante água é expelida das profundezas da terra através de vulcões, estima-se que exista 70 vulcões do tamanho de Paricutin (um vulcão mexicano muito recente), a produção de 0,001 milhões de metros cúbicos de água por ano, em supostos 4,5 bilhões de anos de história da Terra poderia explicar os 315 milhões de metros cúbicos de água nos oceanos de hoje.

Existem hoje cerca de 600 vulcões ativos na terra e cerca de 10.000 dormentes. 600 vulcões comparáveis ​​a Paricutin poderiam explicar os atuais oceanos em aproximadamente 0,5 bilhões de anos. 

 


 

 

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Excesso de Urânio nos Oceanos

Sais de urânio parecem estar se acumulando nos oceanos em cerca de 100 vezes a taxa de perda. Estima-se que 60 bilhões de gramas de urânio seja adicionado nos oceanos anualmente. De acordo com as regras de uniformidade, a concentração total de sais de urânio de oceanos (estimado em menos do que 17 gramas 1E) pode ser acumulada em menos de um milhão de anos.

 

 


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Hélio na Atmosfera

O conteúdo atmosférico de hélio-4 tem se acumulado a partir do decaimento radioativo do urânio e do tório na crosta e dos oceanos, a partir de reações nucleares causados ​​por raios cósmicos, e do sol. Nos últimos 4 bilhões de anos de história da Terra, deveria existir 30 vezes mais hélio na atmosfera. 

Existe massa insuficiente de hélio na atmosfera da Terra para explicar 4,5 bilhões de anos de decaimento radioativo. O hélio é um subproduto de decaimento radioativo de alguns elementos. É um gás nobre que não combina com qualquer outro elemento, mas não é suficiente para explicar o decaimento radioativo, que deveria ter ocorrido em um cenário de terra de idade. 

 


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Hélio Estocado em Antigas Rochas

Urânio e tório geram átomos de hélio à medida que decaem para o chumbo. Recentes estudos mostram que o hélio produzido em cristais de zircônio em rochas pré-cambriana profundas não vazaram ainda. A quase totalidade deste hélio já deveria ter se dissipado há muito tempo pois estas rochas supostamente tem o equivalente a 1.5 bilhões de anos de produtos de queda radioativa.

Medidas de perda de hélio no zircônio, mostram que o hélio vaza em apenas 6.000 anos. No entanto, o valor total na atmosfera é de apenas 1 /2000 do que o esperado se a atmosfera tivesse realmente milhares de milhões de anos de idade. 

 


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Crescimento Populacional

Se a humanidade existe há cerca de 2,5 milhões de anos, estimativas populacionais conservadoras (2,4 filhos por família e expectativa de vida de 43 anos), a população mundial teria crescido a partir de uma única família a 10 elevado à potência de 2700 pessoas mais de um milhão de anos. A população mundial atual é de cerca de 2x10 elevado à potência 9, uma parte infinitesimal do 10 elevado à potência 2700. 

 


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Sódio Faltando

A cada dia, rios (e outras fontes) lançam mais de 450 milhões de toneladas de sódio nos oceanos. Apenas 27% desse sódio consegue ser retirado dos mares a cada ano. Pelo que se sabe, o restante simplesmente se acumula nos oceanos. Se os oceanos não tivessem sódio desde seu início, eles teriam acumulado sua quantidade atual em menos de 42 milhões de anos às taxas de entrada e saída atuais. Isto é muito menos do que idade evolucionária dos oceanos, 3 bilhões de anos.

A resposta usual para essa discrepância é que as entradas de sódio no passado deveriam ser menores e as saídas maiores. Porém, os cálculos mais generosos possíveis aos cenários evolucionários ainda dão uma idade máxima de apenas 62 milhões de anos. Cálculos para vários outros elementos das águas dos oceanos atribuem idades ainda menores para os oceanos. 

 


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Faltando Lama

A cada ano, a água e vento erodem cerca de 20 bilhões de toneladas de detritos e rochas dos continentes e os depositam nos oceanos. Este material se acumula como sedimentos soltos sobre a dura rocha basáltica (formada de lava) do fundo do oceano.

A profundidade média de todo o sedimento em todo o oceano é inferior a 400 metros. A principal forma conhecida de remover o sedimento do fundo do oceano é através da subducção (é uma área de convergência das placas tectônicas). O fundo dos oceanos se uns poucos centímetros a cada ano, carregando alguns sedimentos com elas, ou seja, a lama tem sido depositada muito mais rápido no mar do que a subducção possa removê-la.

Rios e torrentes de poeira lançam lama no mar mais rápido do que a subducção possam removê-las, tal processo atualmente remove apenas cerca de 1 bilhão de toneladas por ano, deixando-se acumular as restantes 19 bilhões de toneladas. Nessa taxa, a erosão depositaria a atual massa de sedimentos em menos de 12 milhões de anos. Porém, de acordo com a teoria evolucionária, a erosão e a subducção existem desde que existem oceanos, alegadamente há 3 bilhões de anos. Sendo assim, as taxas acima implicam que os oceanos deveriam estar massivamente obstruídos com sedimentos de dezenas de quilômetros de profundidade. A não ser que a atual quantidade de sedimentos seja produto de um curto período de tempo, há cerca de 5.000 anos. 

 


supernova

 

Onde Estão as Supernovas?

De acordo com as observações astronômicas, galáxias como a nossa experimentam cerca de uma supernova (uma estrela explodindo violentamente) a cada 25 anos. Os restos de gás e poeira resultantes de tais explosões (como a Nebulosa Caranguejo) se expandem rapidamente e devem permanecer visíveis por mais de um milhão de anos. Porém nas partes mais próximas de nossa galáxia em que poderíamos observar tal gás e conchas de poeira, encontramos apenas cerca de 200 restos de supernovas. Este número é consistente com apenas cerca de 7.000 anos de supernovas. 

 


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C-14 Onde Não Deveria

Com suas curtas meias-vidas de 5.700 anos, nenhum átomo de carbono 14 deveria existir em qualquer carbono com mais de 250.000 anos. Porém foi provado impossível encontrar qualquer fonte natural de carbono de estratos abaixo do Pleiosceno (Idade do Gelo) que não contenha significativas quantidades de carbono 14, mesmo que tal estrato seja de supostos milhões ou bilhões de anos. Isto constitui evidência muito forte de que a terra tem apenas milhares, e não bilhões, de anos de idade. 

 


escrita

 

Registros Históricos

 

Evolucionistas afirmam que os homo sapiens da idade da pedra existiram por 190.000 anos antes de começarem a fazer registros escritos há cerca de 4.000 a 5.000 anos atrás.

O homem pré-histórico construiu monumentos megalíticos, fez lindas pinturas em cavernas e guardavam registros das fases lunares. Por que eles esperariam 2 mil séculos antes de usarem as mesmas habilidades para registrarem a história? 

 


DNA

 

DNAs Sobreviventes

Radioatividade natural, mutações e deterioração degradam rapidamente o DNA e outros materiais biológicos. Medições recentes da taxa de mutação do DNA mitocondrial forçaram os pesquisadores a revisar a idade da "Eva mitocondrial" de um teórico 200 mil anos à possibilidade de até 6 mil anos.

Os especialistas em DNA insistem que o DNA não pode existir em ambientes naturais por mais de 10 mil anos, porém segmentos intactos de DNA tem sido recuperados de fósseis alegadamente muito mais velhos: Ossos de neandertais, insetos em âmbar e mesmo de fósseis de dinossauros.

Em 1878, mineiros em Bernissart, um pequeno povoado numa jazida de carvão no sudoeste da Bélgica, fizeram um espetacular descoberta quando desenterraram, de uma fissura hermeticamente fechada, esqueletos intactos de dinossauro, a uma profundidade de 322 metros. Trinta e nove esqueletos de iguanodontes foram recuperados.

Estes mediam cerca de dez metros de comprimento, vários metros de altura e pesavam algo como duas toneladas cada. Para que fossem rapidamente enterrados, requereriam taxas de deposição de milhares ou até milhões de vezes maiores do que a média de 0.2 mm por ano, conforme propõem os “uniformitários”.

Em relação aos milhares de ossos de dinossauros não fossilizados, o mais curioso é o fato de eles não terem quaisquer grau significativo de permineralization, ou seja, porque eles não são transformados em pedra?

Bactérias de alegadamente 250 milhões de anos de idade aparentemente foram reavivadas sem danos no DNA. 

 


montanhas

 

Rápida Elevação das Montanhas Rochosas

"Um enigma em curso para a comunidade geológica, as cadeias de montanhas mais altas do mundo - incluindo o Himalaia, os Alpes, os Andes e as Montanhas Rochosas - experimentaram a maior parte de suas elevações como num piscar de olhos, em relação à escala de tempo geológica padrão. Por esta escala de tempo padrão, essas cadeias de montanhas foram todas submetidas à vários quilômetros de elevação vertical, desde o início do Plioceno cerca de cinco milhões de anos atrás. Isto representa uma dificuldade profunda para os uniformistas que ditam que as mesmas taxas lentas como são observados no mundo de hoje existiu para as últimas centenas de milhões de anos.” - Dr. John Baumgardner (Impacto). 

 


halos

 

Halos de polônio

Os granitos da terra contém alguns radio halos produzidos por isótopos de polônio primordial. E eles nunca estiveram em uma condição fundida, porque halos de polônio sobrevivem apenas em rochas sólidas e a meia-vida do polônio é muito curta para sobreviver a um tempo de resfriamento de vários milhões de anos.

Se os granitos são originados de um derretimento que se congelou, cristalizou e endureceu, então, depois de milhares de anos na terra, estes halos simplesmente não poderiam estar ali, a radioatividade desapareceria muito antes da rocha ter se solidificado.

“A Terra foi criada instantaneamente com uma temperatura baixa.” - Dr. Robert V. Gentry (Físico Nuclear).

O Dr Gentry, passou a maior parte da sua carreira científica investigando vestígios de radioatividade de polônio inscritos no granito e é a autoridade máxima em halos de polônio. Ele sempre foi muito aclamado pelo mundo da ciência, até que alguém percebeu que a sua descoberta punha em causa a teoria da evolução e o Big-Bang. Foi então que lhe cortaram os fundos, não publicaram mais os seus artigos e baniram-no de alguns laboratórios nacionais. 

 


esqueleto

 

Poucos Esqueletos Antigos

Antropólogos evolucionistas afirmam que o Homo sapiens existe há pelo menos 185 mil anos antes da agricultura, e que a população mundial era mais ou menos constante, entre um e dez milhões.

Em todo esse tempo, eles enterraram seus mortos, muitas vezes com artefatos. Seguindo este cálculo, pelo menos oito mil milhões de corpos. Supõem-se que ossos enterrados duram muito mais do que 200 mil anos, muitos dos supostos oito mil milhões de esqueletos da idade da pedra devem estar conservados (e certamente os artefatos enterrados). No entanto, apenas alguns milhares foram encontrados. Isto implica que a Idade da Pedra foi muito mais curta do que os evolucionistas pensam, talvez apenas algumas centenas de anos em muitas áreas. 

 


agricultura

 

Agricultura Muito Recente

Antes de descobrir a agricultura a pelo menos de 10 mil anos atrás, o quadro evolutivo de costume mostra os homens como caçadores e coletores durante 185 mil anos durante a Idade da Pedra

No entanto, a evidência arqueológica mostra que os homens da Idade da Pedra eram tão inteligentes quanto nós. É muito improvável que nenhuma das 8 bilhões de pessoas que viveram neste período tenha descoberto que as plantas crescem a partir de sementes. 

 


meteoritos

 

Ausência de Meteoritos 

Contando o número de asteroides que vemos no céu, supõem-se que ao longo dos últimos 250 milhões de anos a terra deveria ter sido atingida algumas centenas de vezes por asteroides com mais de um quilômetro de diâmetro. Mas apenas foram descobertas 38 grandes crateras de impacto neste período. 

 


milhoes

 

Milhares e Não Bilhões

Desafiando um ícone da evolução, questionando a Idade da Terra. A datação radiométrica é um dos sustentáculos da educação evolutiva hoje. Dr. Don DeYoung quebra este e outros métodos de datação utilizados pelos evolucionistas para lançar dúvidas sobre a confiabilidade da Bíblia e sua cronologia da história da Terra.

Os evolucionistas procuram minar a fé em Gênesis como o verdadeiro documentário sobre a história do universo. Quando as pessoas dizem que um osso de dinossauro foi determinada a ser de dezenas de milhões de anos de idade, que, obviamente, não se enquadra com o registro bíblico do homem que está sendo criado no dia 6, com os animais terrestres. Mas DeYoung agora demonstra que os cristãos não têm mais quebrar a cabeça para essa contradição gritante.

Editora: Master Books  -  2005 

 

 

Prateleira

Este é o homem a quem olharei...

0-este-e-o-homem-a-quem-olharei

"Treme da minha palavra...", Isaías 66:1-2

Como isto te parece? O Altíssimo, busca atentamente algo nos homens, algo cujo valor transcende as iguarias dos príncipes desta terra.