Sáb07122019

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Fiabilidade dos Métodos de Datação

fiabilidade-metodos-datacaoMuito se discute, de forma grosseira ou elegante, sobre a fiabilidade dos métodos de datação que atestam a idade de certos fósseis em até dezenas de milhares de anos, indo frontalmente de encontro ao relato das Escrituras Sagradas que narra uma criação recente, de aproximadamente 6 mil anos. 

A própria comunidade científica é dividida em relação aos métodos de datação, vemos muito de suposições, especulações e algumas verdades no mesmo bojo, é preciso cuidado e senso crítico para opinar em meio a tantos sofismas. 

Creio que a Bíblia quer dizer o que está escrito, e ela é, e sempre será a nossa principal fonte de pesquisa histórica.

 

 

marcos-teixeira

 

 

Acesse: Métodos de Datação Arqueológica

 

 

Referências:

r_cemal r1-1 r_terra

r_copenhaga r_eco r_standford

r_esa r_science_aaaas r_jgr

 

 


 3-as-premissas-da-datacao-carbono

A quantidade de carbono 14 na atmosfera hoje é de cerca de 0,0000765 %. Supõe-se que seria a mesma quantidade encontrada em plantas vivas ou animais pois as plantas respiram CO2 e os animais comem as plantas.

 A datação por carbono 14 baseia-se nas seguintes hipóteses:

 - A quantidade de carbono 14 na atmosfera tenha sido constante.

- A sua taxa de declínio tenha sido sempre constantes.

 - A taxa de C-14 - C-12 na atmosfera do passado tenha sido a mesma de hoje (1 à 1 trilhão).

 Nenhuma destas hipóteses é demonstrável ou razoável, há mais C-14 na atmosfera agora do que existia a 40 anos atrás, ou seja, a taxa de produção do C-14 não é igual à velocidade de sua desintegração. Certamente este método irá gerar datas incorretas. 

 


 3-ponto-equilibrio

Uma vez que a luz solar provoca a formação de C-14 na atmosfera, a queda radioativa o faz diminuir, então quando a taxa de formação se equaliza a taxa de diminuição, chegamos ao que se denomina: equilíbrio. 

Para ilustrar: Se você tentar encher um recipiente furado com água, à medida em que você coloca água, a mesma vai se esvaindo pelos buracos, e se a quantidade que vaza é a mesma que você coloca, você nunca conseguirá encher este recipiente de água, pois você atingiu o ponto de equilíbrio. Da mesma forma, o C-14 está sendo formado e, simultaneamente, em decomposição. 

A terra exigiria cerca de 30.000 anos para que a quantidade de C-14 na atmosfera chegasse ao ponto de equilíbrio. Testes indicam que a Terra ainda não atingiu o equilíbrio. 

Há mais C-14 na atmosfera agora do que existia a 40 anos atrás. Isto por si só, é uma prova de que a terra não teria chegado ainda aos seus 30.000 anos ainda. E também significa que as plantas e animais que viveram no passado tinham menos C-14 neles do que as plantas e os animais de hoje. Isto coloca duvidas no processo de datação por C-14.

 


 3-diluvio-desconsiderado

“E durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.” - Gênesis 7:17

 “Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará.” - Gênesis 6:17

 Um evento de tamanha magnitude não pode ser desconsiderado, e qualquer estimativa usando C-14 antes do dilúvio resultará numa data mais antiga do que realmente é, e isto se deve ao fato de o dilúvio ter enterrando ao mesmo tempo imensas quantidades plantas e animais (carbono).

 Estudos apontam que na biosfera antediluviana teria umas 500 vezes mais carbono nos organismos vivos do que atualmente, diluindo muito o índice de C-14 e C-12.

Se o dilúvio for considerado, a pressuposição de que o índice sempre permaneceu constante é falsa.

 


 3-caqmpo-magnetico-desconsiderado

O campo magnético que protege a terra da radiação nociva provinda do espaço, tem ficado cada vez mais fraco, e por causa disto, o bombardeio cósmico tem aumentado em nossa atmosfera. Calcula-se que o campo magnético hoje está 10% mais fraco do que quando em 1845, Carl Friedrich Gauss (cientista alemão) começou a medi-lo.

Certamente houve uma menor produção de C-14 na atmosfera do passado, e alguns, ao invés de entenderem que havia uma quantidade menor de C-14 no passado, avocam que o C-14 decaiu.

A datação por C-14 está diretamente ligada à intensidade dos raios cósmicos e estes por sua vez estão diretamente ligados à força do campo magnético, e se o campo magnético está decaindo, como pode ser confiável a datação usando o C-14?

 


 3-bomba-atomica-desconsiderada

Com o aparecimento dos testes de bomba atômica e fusão e energia nuclear em meados do século 20, o nível de CO2 aumentou na atmosfera, exercendo influência sobre o índice.

 


 3-efeito-estufa-desconsiderado

“Na época em que as escravas da sua tataravó passavam a roupa com aqueles ferros a carvão e só cozinhavam no fogão a lenha, o carbono emitido para a atmosfera era facilmente reabsorvido pela vegetação das florestas e dos oceanos. A fotossíntese global absorvia o suficiente para manter baixo os níveis de CO2 na atmosfera, sem causar muito efeito estufa. Entretanto, o homem descobriu como usar a energia do carvão mineral, do óleo cru e do gás que brotavam da terra, aumentando a produção industrial de bens de consumo, transporte, enfim, do conforto em geral. O aumento da temperatura média anual nas últimas décadas tem sido atribuído em grande parte ao acúmulo desses gases de efeito estufa emitidos em excesso pela queima de combustíveis fósseis (p.ex., CO2) e também pelas mudanças no uso do solo terrestre, que basicamente significa cortar florestas nativas substituindo-as por plantações e pastagens em sistemas de produção agropecuária mal manejadas com muita emissão de metano.” - Frederico Brandini, oceanógrafo

As preocupações com o chamado efeito estufa é global, e sua solução nada fácil. O aumento constante (décadas) de CO2 em nossa atmosfera é notório e tem sido muito divulgado. Certamente afeta qualquer medição via C-14.

 


 3-atividade-solar-desconsiderada

A pressuposição de que as taxas de decaimento são constantes foi “desafiada” por Ephraim Fischbach (Universidade de Purdue) uma vez que ele encontrou algumas discrepâncias entre as taxas de decaimento de certos isótopos radioativos. “Isto é estranho, uma vez que era suposto serem constantes físicas.”.

Em seu artigo para a Stanford, Dan Stober reporta descobertas que sugerem que as taxas de decaimento dos elementos radioativos podem ser alteradas como efeito da atividade solar. A taxa de decaimento era ligeiramente mais rápida no inverno do que no verão.

As implicações de tal descoberta são profundas. Como escreveu Stober:

“De certa forma, a história começa nas salas de aulas de todo o mundo, onde os estudantes são ensinados que a taxa de decaimento de um material radioativo específico é uma constante. É sobre este conceito que, por exemplo, os antropólogos se apoiam para usar o carbono-14 para como forma de datar artefatos antigos. Se as taxas de decaimento não são constantes, como nos tem sido dito pela comunidade evolucionista, então os seus métodos de datação não pode ser fiáveis uma vez que esses métodos dependem duma taxa de decaimento constante.” - Dan Stober (Stanford Report).

“Todos nós pensávamos que isto ocorria devido a erros experimentais, uma vez que fomos todos ensinados que a taxa de decaimento era constante.” Peter Sturrock (Físico)

Jere Jenkins (Engenheiro nuclear na Universidade Purdue) notou que a taxa de decaimento de manganês-54 baixou ligeiramente durante o brilho solar.

Stober, Sturrock, Fischbach, e Jenkins, apontam para a conclusão: “O Sol se comunica com os isótopos radioativos na Terra.“.

Uma vez provado que certos elementos radioativos tem uma taxa de decaimento que varia no inverno ou no verão, ou durante a exposição ao Sol, então a pressuposição de que o decaimento é constante, não pode ser cientificamente mantida.

 


 3-colunas-geologicas-impostas

“De quando em quando, deparo com afirmações de como as datações radiométricas são simplesmente ajustadas às datas dos fósseis.  No meu estudo sobre a geologia dos estados do noroeste, deparei com o seguinte reconhecimento na publicação:” - John Woodmorappe (Mythology of Modern Dating Methods)

“Podemos pensar que os métodos diretos [datação radiométrica] de medição do tempo tornariam obsoletos todos os anteriores métodos para cálculo da idade, mas estas novas medições “absolutas” são mais usados como um suplemento para os métodos tradicionais [fósseis de idade] do que como um substituto.  Os geólogos põem mais fé nos princípios da sobreposição [os estratos superiores são os mais jovens] e da sucessão faunística [evolução] do que em números vindos de uma máquina.  Se os resultados de laboratório contradisserem os dados do campo, o geólogo assume que algo está errado na data fornecida pela máquina.  Dito de outra maneira, datas certas são aquelas que concordam com os dados do campo [fósseis, sobreposição, etc.]” - Cascadia: The Geological Evolution of the Pacific Northwest (McKee 1972, 25)

A chamada coluna geológica foi criada no início do século 18, mais de um século antes de existir quaisquer métodos de datação radiométrica, porém, os métodos de datação estão sujeitos à data da coluna geológica para verificar a sua exatidão. Se uma data obtida pela datação radiométrica não coincide com a idade presumível da coluna geológica, a data radiométrica será rejeitada, simples assim.

Nenhum laboratório vai usar o C-14 para datar os ossos de um dinossauro, nem mesmo os ossos congelados, porque, de acordo com a coluna geológica, os dinossauros viveram a 70 milhões de anos atrás. O suposto local de um objeto na coluna geológica determina o método usado para datá-la, e o C-14 não é um deles.

Hoje em dia, existem 7 ou 8 elementos radioativos que são usados ​​datar objetos. Cada um tem uma “meia-vida” diferente e uma gama de diferentes idades para medi-las. Nenhum destes métodos é imparcial.

Datas estranhas (datações que não se coadunam com a coluna geológica) são a regra e não a exceção. Somente são usadas as que estão de acordo com as idades pré-concebidas.  As datações "estranhas" são chamadas de "datas discordantes" e ou são ignoradas ou constrói-se uma explicação para explicar o "erro".

 


 3-manipulacao-documentada

Os métodos não são fiáves e ainda são manipulados para estarem de acordo com as idades dos fósseis.  O exemplo mais bem documentado encontra-se no apêndice ao livro de Marvin Lubenow: Bones of Contention (Lubenow 1992).

“Apropriadamente designado jogando com as datações, documenta através da literatura evolucionária como a manipulação de quatro métodos radiométricos e de dois sistemas de fósseis de idade (elefantes e porcos), todos coincidiam em que o suposto homem fóssil de Richard Leakey, crânio KNM-ER 1470, tinha aproximadamente 2,6 milhões de anos.

Contudo, paleoantropologistas não podiam acreditar que um crânio com aparência tão moderna pudesse ser tão antigo. De novo, a suposição evolucionista motivou esta preocupação. Para não prejudicar a consistência da ideia evolucionista, procedeu-se a uma nova datação do tufo vulcânico junto ao crânio. E espanto, novas datações foram realizadas utilizando vários métodos, até que uma nova data mais consistente de aproximadamente 1,6 milhões de anos foi adotada. Finalmente tinham chegado a uma data com que todos podiam concordar. Durante os 10 anos que durou esta controvérsia, foi revelado que algumas das datas obtidas atingiam 230 milhões de anos.”

 


 3-as-incriveis-datas-do-c14

• Conchas de caramujos vivos foram datadas como tendo 27 mil anos de idade

• Conchas de moluscos vivos foram datados até 2.300 anos de idade

• Uma foca recém morta foi datada como tendo morrido há 1.300 anos

• Uma parte do mamute Vollosovitch foi datada em 29.500 anos e a outra parte em 44.000

• Material de camadas onde os dinossauros são encontrados datadas em 34 mil anos

  

 

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