Qua22112017

Uma Tradução Infiel

As Testemunhas de Jeová, produziram sua própria versão da Bíblia, essa tradução recebeu o nome de Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. 

Por muitos anos foram mantidos em sigilo os nomes dos autores dessa tradução de fundo de quintal. Em um julgamento, em 1954, na Escócia, respondeu a "testemunha" F.W. Franz que a razão de tal sigilo era porque o comitê de tradução queria que ela permanecesse anônima, e não buscava qualquer glória ou honra Para a obra da tradução, ostentando nomes ligados a ela. Mas o senhor William Cetnar, que trabalhou por vários anos na sede da Sociedade Torre de Vigia, quartel-general das testemunhas-de-jeová, no Brooklyn, Nova Iorque, Estados Unidos, analisa o problema e conclui dizendo que o anonimato dos tradutores da citada bíblia tem duplo significado: 

As qualificações dos tradutores não podiam ser verificadas e avaliadas. 

Não havia ninguém que assumisse a responsabilidade pela tradução. E a seguir, cita os nomes de Nathan H. Knorr, A. D. Schroeder, G. D. Gangas, M. Henschel, e do próprio F. W. Franz, como tradutores da citada bíblia, conforme dizem as "testemunhas", traduzida diretamente dos originais hebraico e grego (?).

 

O MESTRE DE LÍNGUAS QUE IGNORAVA LÍNGUAS

 F.W. Franz, que se dizia mestre em hebraico, demonstrou absoluta ignorância quanto ao manejo da citada língua. Veja, por exemplo, a troca de perguntas e respostas entre o Procurador da Coroa Escocesa e o próprio Franz, retiradas de uma peça do julgamento sofrido por Franz em novembro de 1954, na Escócia:

 

P. Também se familiarizou com o hebraico?

R. Sim...

P. Portanto, tem instrumentos linguísticos substanciais à sua disposição?

R. Sim, para uso do meu trabalho bíblico.

P. Penso que o senhor é capaz de ler e seguir a Bíblia em hebraico, grego, latim, espanhol, português, alemão e francês...

R. Sim (Prova de Acusação p. 7).

P. O senhor mesmo lê e fala hebraico, não é verdade?

R. Eu não falo hebraico.

P. Não fala?

R. Não.

P. Pode, o senhor mesmo, traduzir isto para o hebraico?

R. O quê?

P. Este quarto versículo do segundo capítulo de Gênesis.

R. O senhor quer dizer, aqui?

P. Sim.

R. Não, eu não tentaria fazer isso (Prova da acusação, p. 61).

(Não nos esqueçamos de que Franz é apontado entre os tradutores da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagrada, a Bíblia jeovista.)

 

RUSSELL IGNORAVA O GREGO

 Em 1912, o reverendo J.J. Ross, na época pastoreando a Igreja Batista de James Street, em Hamilton, Ontário, no Canadá, foi processado por Charles Russell (o pai espiritual das "testemunhas-de-jeová"), por haver publicado um panfleto:  Alguns Fatos Sobre o Pretenso Pastor Charles T. Russell, no qual Ross garantia que Russell era ignorante no que diz respeito à língua grega; o que Russell considerou difamatório. No final do processo o reverendo Ross foi absolvido, ficando provadas as acusações feitas contra Russell.

 A seguinte transcrição foi retirada ou trasladada dos autos do citado processo, e registra perguntas feitas pelo advogado Staunton (advogado de Ross) a Russell:

 

P. O senhor conhece o alfabeto grego?

R. Oh! Sim!

P. O senhor poderia me dizer os nomes dessas letras se as visse?

R. Algumas delas; talvez me enganasse com outras.

P. Poderia me dizer os nomes dessas que estão no alto da página 447, que tenho em mãos?

R. Bem, não sei se seria capaz.

P. O senhor não conhece essas letras? Veja se as conhece.

R. "Meu caminho..." (Ele foi interrompido nesse ponto e não lhe permitiram explicar.)

P. O senhor conhece a língua grega?

R. Não.

 

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