Ter21052019

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Os Magníficos Trilobitas

trilobitasOs trilobitas eram animais invertebrados, artrópodes característicos do Paleozoico, conhecidos apenas no registro fóssil. Seu corpo era achatado e segmentado, podendo ser dividido em três lobos em sua região dorsal (uma região axial e duas laterais).

A presença de um exoesqueleto de natureza quitinosa, impregnado de carbonato de cálcio, e que sofria mudas (ou ecdises) ao longo do seu crescimento, justifica a riqueza de seu registro fóssil.

Os trilobitas eram, em sua maioria, animais marinhos bentônicos, que viviam junto do fundo em profundidades variáveis entre os 300 metros e zonas pouco profundas, perto da costa, contudo, havia também formas planctônicas. Sua alimentação poderia ser detritívora, filtradora ou carnívora (predadora ou carniceira).

Organismo Complexo e Atual

A biologia molecular dos trilobitas é, em todos os sentidos, tão complexa como a de qualquer organismo moderno.

Os trilobitas, como todos os seres vivos, dependiam de uma quantidade absurda de informação complexa e específica (e não se conhecem mecanismos capazes de originar esse tipo de informação a partir do nada). Cada uma das muitas células de que os trilobitas eram constituídos possuía todas as complexidades reveladas pelos modernos microscópios e instrumentos de pesquisa: DNA enovelado num glóbulo fractal, membrana seletiva, nanomáquinas moleculares e muitos outros constituintes que fazem da célula uma verdadeira fábrica repleta de “setores” e funções.” – Michelson Borges

Os trilobitas tinham requintada morfologia e fisiologia: possuíam corpos segmentados elaborados, sistema nervoso cefalizado, apêndices torácicos e abdominais articulados e olhos compostos, dentre outras complexas estruturas. As células se dividiam de maneira semelhante à de todos os eucariontes modernos. Os mecanismos moleculares eram similares a dos insetos modernos. Seus olhos manifestavam toda a complexidade das formas atuais.

e-trilobitas

Os Olhos dos Trilobitas

A teoria da evolução postula que todos os animais que vivem evoluíram de criaturas mais simples, e que pelo processo de seleção natural, os organismos têm "melhorado" e “evoluído” ao longo do caminho. Portanto, com relação aos trilobitas poderíamos supor sem qualquer margem de erro, que os trilobitas seriam criaturas bastante simples, com características primitivas.

No entanto, o olho do trilobita, que é incrivelmente complexo refuta tal conceito. Uma análise do trilobita e suas lentes oculares surpreendentes, tem deixado os cientistas boquiabertos.

Mas como é possível? Alguém pode perguntar, saber exatamente como era o que o olho do trilobita, já que em geral os tecidos moles (como aqueles encontrados nas lentes e córneas do olho) não são preservados no registro fóssil?

A resposta tem a ver com o fato de que os olhos dos trilobitas eram feitos de calcita, uma composição inorgânica muito diferente dos tecidos orgânicos do olho humano.

Átomos de calcita são dispostos de tal maneira que a luz que entra em um ângulo rendimentos indeformadas, enquanto a luz com um ângulo separado é dividida em dois feixes que viajam em ângulos diferentes.

A maioria das trilobitas tinha um par de olhos compostos, que foram compostas de 100 a 15 mil lentes em cada olho. Os olhos compostos em artrópodes que vivem são muito sensíveis ao movimento. Os olhos humanos possuem lentes (conhecidas como lentes de vertebrados) que pode mudar de forma, a fim de focar objetos em diferentes distâncias.

Os olhos do trilobitas tinham lentes rígidas que não podia mover-se para ajustar o foco. Assim, a fim de acomodar para as lentes rígidas, o olho trilobita possuía uma estrutura interna "óptico - dupleto", combinado com o que é conhecido como um "interface de refracção" (necessário para fazer as duas lentes de trabalharem em conjunto) corrigindo assim os problemas de foco.

O olho do trilobita consistiu-se de vários milhares de hexágonos. Isso garantiu que a luz vinda de qualquer ângulo seria refratada no olho da criatura. Então a luz chega de vários ângulos e é dividida em vários feixes que viajam em ângulos diferentes.

Existe um pequeno muro entre os hexágonos, a fim de manter toda a luz refratada sobreposta. Tais características permitem aos trilobitas ver perfeitamente na água.

Os trilobitas não tiveram nenhum problema de miopia ou hipermetropia. Objetos de um metro de distância, ou objetos de cem metros de distância, seriam focados simultaneamente, de dia ou de noite.

Tais complexidades sugerem que a evolução é um processo degenerativo, pois nada na Terra hoje se compara aos olhos dos trilobitas.

Os olhos do trilobita, tem uma espécie de lentes compostas, desenhos sofisticados para eliminar a distorção da imagem (aberração esférica). Alguns olhos trilobitas continha 280 lentes, permitindo visão em todas as direções, dia e noite

Muitos cientistas de renome têm comentado sobre os olhos do trilobita:

“Os olhos do trilobita, representam o maior feito de otimização de função de todos os tempos, esta descoberta em trilobitas vem como um choque. A percepção de que os trilobitas desenvolveram e usaram tais dispositivos focais de meio bilhão de anos atrás, faz com que o choque seja ainda maior. O projeto da lente do olho do trilobita bem poderia qualificar-se para a divulgação de patentes” Riccardo Levi – Setti

"Os olhos do trilobita, nunca foram ultrapassados ​​em complexidade ou perspicácia por artrópodes”. [Stephen Jay Gould

Os olhos do trilobitas, são as lentes mais sofisticadas já produzidas pela natureza". Lisa J. Shawver

Os olhos do trilobitas, é um projeto milagroso” William Paley

“Mais uma vez vemos que a natureza prenunciou nossos desenvolvimentos técnicos.”  Roy Sambles

Lentes tecnicamente denominadas esférica e aplanatic otimizam a coleta de luz, são as melhores já. Podemos ficar justificadamente espantados que estes trilobitas, muito cedo na história tiveram o melhor design de lentes possível que a física óptica jamais foi capaz de formular” - Niles Eldredge

 

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A natureza certamente não desenhou as lentes dos olhos do trilobitas, porque a natureza não pode criar nada. A natureza é simplesmente "o que está lá."  E quem desenhou "o que está lá"?  Como não se consegue uma lei sem um legislador, uma pintura sem um pintor, um poema sem poeta, ou um desenho sem um projetista, a resposta está ai...


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Este é o homem a quem olharei...

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